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José Roberto Barbosa

Ferrovias da Petrocity são alternativa para os portos capixabas

Com a entrada em operação das ferrovias, os portos do ES terão uma rede ferroviária de integração que funcionará como alternativa complementar, distribuindo cargas e garantindo maior eficiência ao sistema portuário nacional

Publicado em 

29 ago 2025 às 15:58

Publicado em 29 de Agosto de 2025 às 18:58

O Brasil vive um momento decisivo para sua matriz de transporte de cargas. A predominância do modal rodoviário, além de custosa, gera impactos ambientais e sociais significativos.
Nesse cenário, o Grupo Petrocity avança com um ousado projeto ferroviário que promete transformar a logística nacional, integrando regiões produtivas ainda desassistidas às rotas de exportação, com destaque para os portos do Espírito Santo.
As Estradas de Ferro do Grupo Petrocity foram concebidas para atuar como eixos estruturantes da integração logística. Seu traçado conecta o Centro-Oeste brasileiro, o Norte de Minas, o Vale do Jequitinhonha, o Vale do Mucuri e o Noroeste do Espírito Santo aos portos capixabas, em especial ao Terminal de Uso Privativo (TUP) de Urussuquara, em São Mateus.
Essa ligação direta cria uma alternativa competitiva ao escoamento da produção agroindustrial, mineral e industrial dessas regiões, que hoje enfrentam gargalos logísticos para acessar os mercados consumidores e exportadores.
O porto de Urussuquara foi projetado para ser a principal âncora logística do Grupo Petrocity. Sua conexão ferroviária permitirá receber cargas de longas distâncias com menor custo e maior eficiência.
O terminal se tornará um polo de distribuição integrado, oferecendo mais de uma rota de exportação às cadeias produtivas do interior do Brasil, além de atrair novos investimentos industriais e logísticos para o Norte do Espírito Santo.
A proposta das ferrovias da Petrocity não é apenas criar uma nova rota logística, mas ampliar a competitividade dos portos capixabas.
Atualmente, grande parte das cargas do interior do Brasil se concentra em corredores que convergem para poucos portos, provocando congestionamentos e limitações de capacidade.
Com a entrada em operação das EF’s, os portos do Espírito Santo terão uma rede ferroviária de integração que funcionará como alternativa complementar, distribuindo cargas e garantindo maior eficiência ao sistema portuário nacional.
Projeção
do terminal
portuário que será
construído em
São Mateus pela
Petrocity
Projeção do terminal portuário que será construído em São Mateus pela Petrocity Crédito: Petrocity/ Divulgação
O impacto do projeto vai além da logística. A implantação das ferrovias e da infraestrutura portuária associada promove:
  • Desenvolvimento econômico regional, ao dinamizar cadeias produtivas no Norte capixaba e no interior de Minas e Goiás
  • Geração de empregos e renda, com a instalação de unidades de transbordo e portos secos ao longo dos traçados
  • Redução de emissões de CO₂, ao substituir parte do transporte rodoviário por ferrovia, em linha com políticas ESG e metas de descarbonização
  • Integração social, ao aproximar regiões historicamente esquecidas das grandes oportunidades do comércio internacional
As Estradas de Ferro do Grupo Petrocity representam uma revolução silenciosa na logística nacional.
Ao interligar hinterlândias produtivas ao litoral capixaba, sobretudo ao TUP de Urussuquara, o projeto consolida o Espírito Santo como um hub estratégico de exportação.
Mais do que uma obra de engenharia, trata-se de um projeto de transformação econômica, social e ambiental, que reforça o papel do Brasil como protagonista nas cadeias globais de suprimentos.
O Espírito Santo é o grande beneficiário do projeto em implantação, com todas as Declarações de Utilidade Pública (DUPs) emitidas e já em fase de desapropriação.
E vamos contribuir com o enorme projeto de consolidação logística do Estado, elaborado pelo governo.
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