No início, essa comunhão / Era linda, uma coisa de pele / Mas hoje aquele torpor / Morreu, acabou o amor / E os dois conjes se repelem
Publicado em 17 de Novembro de 2019 às 05:00
Públicado em
17 nov 2019 às 05:00
Colunista
Vitor Vogas
vvogas@redegazeta.com.br
Começou como lua de mel, mas Bolsonaro acabou o casamento com o PSLCrédito: Amarildo
Bolsonaro e o Cordel do Bom Partido
Antes da eleição, fez leilão: “Precisa-se de um partido Quem dá mais pelo meu coração? Procuro um amor permitido A candidatura avulsa Nossa legislação recusa Quem quer namorar comigo?”
Assim celebrou a união Com o nanico PSL No início, essa comunhão Era linda, uma coisa de pele Mas hoje aquele torpor Morreu, acabou o amor E os dois conjes se repelem
O tão belo casamento Era apenas de fachada O aparente sentimento Agora não é mais nada Pra fundar sua Aliança O Jair tirou a aliança Do dedo e saiu de casa
Casamento de aparências Acabou-se o doce enlace Por maior conveniência Liberou o próprio passe E assim voltou à pista Em busca de nova conquista: Uma sigla que dele nasce
Já anunciou o divórcio Com a turma do Bivar Litigioso, é óbvio, Na Justiça vai parar E agora outro negócio Atraindo outros sócios Do zero vai iniciar
O fim desse matrimônio Teve traição e intrigas Teve a ver com o patrimônio Do casal, que rendeu brigas E assim o Jair vai chegar De hétero em hétero par Ao seu nono parceiro-sigla
O Jair é um partidão Um tremendo bom partido Às vezes um amor do bão Se revela um amor bandido Há amores certos e erros Amores belos, amores perros Que amor será o novo partido?
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Jornalista de A Gazeta desde 2008 e colunista de Política desde 2015. Publica diariamente informações e análises sobre os bastidores do poder no Espírito Santo