Enquanto deputado e presidenciável, dentre tantas outras atrocidades, as seguintes declarações foram feitas por Jair Bolsonaro: 1. O Brasil não pode ser um país do mundo gay, de turismo gay. Temos famílias.
2. Pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff, pelo exército de Caxias, pelas Forças Armadas, pelo Brasil acima de tudo e por Deus acima de tudo, o meu voto é sim. 3. O filho começa a ficar assim meio gayzinho, leva um coro, ele muda o comportamento dele.
4. Como eu estava solteiro naquela época, esse dinheiro de auxílio-moradia eu usava pra comer gente. 5. Vamos fuzilar a petralhada toda aqui do Acre. 6. Não vai ter um centímetro demarcado para reserva indígena ou para Quilombola. 7. Tínhamos outro energúmeno que não sabia contar até dez porque não tinha um dedo.
8. Porque ela é muito ruim, porque ela é muito feia, não faz meu gênero, jamais a estupraria. Eu não sou estuprador, mas, se fosse, não iria estuprar, porque não merece. 9. Foram quatro homens, na quinta (vez), eu dei uma fraquejada e veio uma mulher. 10. O português nem pisava na África. Foram os próprios negros que entregavam os escravos.
11. Com o passar do tempo, com as liberalidades, as drogas e as mulheres trabalhando, aumentou bastante o número de homossexuais. 12. Entre um homem e uma mulher jovem, o que o empresário pensa? “Poxa, essa mulher tá com aliança no dedo, daqui a pouco engravida, seis meses de licença-maternidade...” Bonito pra c..., pra c...! Quem que vai pagar a conta?
Ao se tornar presidente, nada mudou: 1. Você tem uma cara de homossexual terrível. Nem por isso eu te acuso de ser homossexual. 2. Falar que se passa fome no Brasil é uma grande mentira. Você não vê gente pobre pelas ruas com físico esquelético como a gente vê em alguns outros países por aí pelo mundo.
3. Pergunta para a tua mãe o comprovante que ela deu pro teu pai, está certo? 4. O Brasil é uma virgem que todo tarado de fora quer. 5. Quem quiser vir aqui fazer sexo com uma mulher, fique à vontade. 6. O que é golden shower?
E a mais recente: “Ela queria um furo. Ela queria dar um furo a qualquer preço contra mim.” Os limites não foram ultrapassados agora com o fatídico episódio de violência praticado contra a jornalista Patrícia Campos Mello. Eles já foram ultrapassados há muito tempo. Muita gente aceitou esse preço. Talvez porque nunca imaginaram que seriam elas mesmas que pagariam. Mas a conta sempre chega.