Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Anvisa diz que prazo de 5 dias para aprovar vacina é 'irreal' e pede veto
Covid-19

Anvisa diz que prazo de 5 dias para aprovar vacina é 'irreal' e pede veto

Antônio Barra Torres criticou decisão do Senado que, na quinta-feira (4), aprovou a medida provisória que estabelece novo prazo para autorização de vacinas contra a Covid-19 que já tenham aval internacional

Publicado em 05 de Fevereiro de 2021 às 21:57

Agência FolhaPress

Publicado em 

05 fev 2021 às 21:57
Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, afirmou nesta sexta-feira (5) que vai pedir ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que vete o prazo de cinco dias para liberar vacinas aprovado pelo Congresso. À Folha o presidente da agência disse que existe uma participação grande da classe política nas discussões, mas que ultrapassou "todos os limites". Segundo Barra Torres, as decisões precisam ser técnicas.
"Esse é um tempo irreal, nós não sabemos qual é a fundamentação científica desse prazo, de onde saiu e de qual fórum regulatório pertence. Até agora eu não sei, dessa forma acredito que é achismo", disse.
Na quinta-feira (4), o Senado finalizou a votação da MP (medida provisória) que autoriza a entrada do Brasil no consórcio Covax Facility, ligado à OMS e prevê regras mais flexíveis para a concessão de autorização de uso emergencial de vacinas contra a Covid-19.
A agência terá um prazo de cinco dias para conceder a autorização a vacinas já aprovadas em outros países. Esse ponto foi acrescentado no texto durante tramitação na Câmara dos Deputados.
Hoje, o prazo previsto pela agência reguladora é de 30 dias para liberar o uso emergencial de vacina sem a realização de estudos de fase 3 (com humanos) no Brasil. A regra entrou em vigor na quarta-feira (3). Antes, eram 10 dias, mas apenas para vacinas testadas no país.
Com isso, empresas podem, a partir de agora, solicitar o uso emergencial de vacinas com base em dados de segurança e eficácia obtidos em testes em outros países. Neste caso, porém, o prazo de análise passa a ser de 30 dias -e não mais de 10 dias, como era até então.
O presidente da Anvisa disse que enviará um ofício à Casa Civil mostrando ponto a ponto das implicações para que possa subsidiar o presidente para um eventual veto. Barra Torres afirmou também que o STF (Supremo Tribunal Federal) poderá ser acionado, mas que ainda não é o momento.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
A saga de três irmãos para descobrir quem matou sua mãe após 17 anos
Ciclista morre após acidente com moto em Vila Velha
Ciclista morre após acidente com moto em Vila Velha; veja vídeo
Imagem de destaque
Colisão entre motos mata homem e deixa outro ferido em Cachoeiro

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados