Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Aras critica Lava Jato e imprensa em sabatina no Senado
Recondução ao cargo

Aras critica Lava Jato e imprensa em sabatina no Senado

Aras disse que optou por uma atuação mais discreta e técnica, não contribuindo para acirrar os ânimos em um momento de polarização política

Publicado em 24 de Agosto de 2021 às 13:11

Agência FolhaPress

Publicado em 

24 ago 2021 às 13:11
Procurador-geral da República, Augusto Aras
Augusto Aras, procurador-geral da República Crédito: Marcos Oliveira/Agência Senado
Durante a fala inicial da sabatina para a sua recondução ao cargo, o procurador-geral da República Augusto Aras criticou a operação Lava Jato, a imprensa e afirmou que pautou sua atuação pela independência e parcimônia.
Alinhado a Jair Bolsonaro e apontado como excessivamente leniente em relação aos atos do presidente da República, Aras disse que optou por uma atuação mais discreta e técnica, não contribuindo para acirrar os ânimos em um momento de polarização política.
"Acredito que a eficiência na atuação do PGR não deve ser mensurada por proselitismos ideológicos, operações policiais espetaculosas ou embates na arena política", disse o procurador-geral.
Aras não citou em sua fala inicial as críticas de proximidade com o Palácio do Planalto. Buscou mostrar a independência ao afirmar que analisou criteriosamente todas as denúncias-crime que chegaram à PGR e que deu prosseguimento após esse processo, quando era o caso.
O procurador-geral também criticou as operações "espetaculosas" e defendeu a sua medida de centralizar os dados reunidos pelas procuradorias ligadas à Operação Lava Jato, o que muitos críticos apontaram como o golpe mais duro na operação. "O modelo das forças tarefas, com pessoalização, culminou em uma série de irregularidades, tais como os episódios revelados pela na Vaza Jato, a frustrada gestão de vultosas quantias arrecadadas em acordo de colaboração e acordos de leniência, por meio de fundos não previstos em lei", afirmou.
Aras também rebateu a crítica de não se posicionar em momentos delicados da vida política. "É dever dos membros do ministério público, mesmo com a liberdade de expressão que toque o exercício de sua atividade finalística não buscar os holofotes e nem buscar manifestar opinião pública".
Nesse momento, afirmou que parte da imprensa "abraça o jornalismo descomprometido com a credibilidade das fontes e descuidado em conferir a veracidade das premissas".
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Os Santuários de Anchieta (na parte de cima) e Aparecida são os únicos santuários nacionais do Brasil
Santuário de Anchieta faz parceria com a maior igreja do Brasil
Imagem BBC Brasil
Augusto Cury na Globo: o que disse o candidato à Presidência na entrevista à emissora
Mulher é resgatada depois de prender o braço e o antebraço em um moedor de carna enquanto trabalhava
Funcionária de supermercado prende mão em moedor e é socorrida de helicóptero no ES

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados