Sair
Assine
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Bolsonaro: "Dificilmente teremos concursos nos próximos poucos anos"
Restrição

Bolsonaro: "Dificilmente teremos concursos nos próximos poucos anos"

Presidente afirmou que apenas a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal devem abrir seleções

Publicado em 23 de Junho de 2019 às 19:06

Publicado em 

23 jun 2019 às 19:06
O presidente Jair Bolsonaro Crédito: Valter Campanato/Agência Brasil | Arquivo
O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste sábado, 22, que o ministro da Economia, Paulo Guedes, decidiu reduzir concursos públicos no Executivo e restringi-los a poucas áreas. O presidente citou como exceções a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal.
Bolsonaro alegou falta de recursos para selecionar novos servidores. "Fora isso, dificilmente teremos concursos no Brasil nos próximos poucos anos", afirmou o presidente a jornalistas.
A declaração ocorreu pela manhã, quando Bolsonaro deixou a residência oficial, o Palácio do Alvorada, e se dirigiu ao prédio que abriga a área médica do Palácio do Planalto, sede do Executivo. "Fiz exames médicos hoje, antes de viagem ao Japão", afirmou o presidente, que viaja ao país oriental na terça-feira para participar de reunião do G-20. Após ir ao médico, Bolsonaro parou em um supermercado em Brasília no Sudoeste, bairro onde morava quando era deputado federal. Também visitou um clube acompanhado de seguranças.
Concursos. Em março, Bolsonaro já havia editado um decreto que amplia as exigências para os órgãos do governo pedirem a abertura de novos concursos públicos.
Segundo o texto, para pleitear a realização de concurso público, o órgão terá que apresentar ao menos 14 informações ao Ministério da Economia, responsável por autorizar os concursos. O órgão precisa informar, por exemplo, a evolução do quadro de pessoal nos últimos cinco anos, com movimentações, ingressos, desligamentos, aposentadorias e a estimativa de aposentadorias, por cargo, para os próximos cinco anos, além do quantitativo de servidores ou empregados cedidos e o número de cessões realizadas nos últimos cinco anos.
Também será necessário apresentar dados sobre o uso de soluções digitais que evitaram custos com pessoal, mas que não foram suficientes para suprir o déficit de mão de obra, e ainda se eventuais remanejamentos internos ou entre órgãos não foram capazes de resolver as necessidades por força de trabalho. O órgão deve ainda demonstrar se as atividades que justificariam o concurso público não poderiam ser prestadas por equipes terceirizadas.
Em fevereiro, o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Paulo Uebel, antecipou ao Broadcast que as mudanças visam a "racionalizar" os pedidos dos órgãos que hoje são frequentes: mais concursos, mais orçamento e mais cargos.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Lula diz que terminou radioterapia e que cura do câncer de pele foi definitiva
Segunda Ponte
Segunda Ponte: ordem de serviço para criar 5ª faixa será assinada na segunda (15)
Imagem de destaque
Vereadores de Aracruz vão ter direito a R$ 10 mil para reembolso de despesas

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados