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Consequências do temporal

Bombeiros encontram corpo que pode ser de mulher arrastada pela chuva em SP

O corpo de Maria Deusdete Bezerra Ribeiro, 67, estava no rio Pinheiros, próximo ao Autódromo de Interlagos, na zona sul da cidade

Publicado em 19 de Janeiro de 2026 às 13:35

Agência FolhaPress

Publicado em 

19 jan 2026 às 13:35
Maria Deusdete Bezerra Ribeiro, 67, foi arrastada por forte enxurrada no temporal da última sexta-feira (16), em São Paulo
Maria Deusdete Bezerra Ribeiro, 67, foi arrastada por forte enxurrada no temporal da última sexta-feira (16), em São Paulo Crédito: Reprodução/Redes Sociais
Os bombeiros localizaram o corpo de uma mulher na manhã desta segunda-feira (19) que pode ser de Maria Deusdete Bezerra Ribeiro, 67, arrastada por forte enxurrada no temporal da última sexta-feira (16), em São Paulo. O corpo estava no rio Pinheiros, próximo ao Autódromo de Interlagos, na zona sul da cidade. As polícias Militar, Civil e Científica foram acionadas e o corpo será levado ao IML (Instituto Médico Legal), onde familiares serão chamados para fazer o reconhecimento. As buscas dos bombeiros foram encerradas. Maria Deusdete estava em um carro com o marido, na avenida Carlos Caldeira Filho, na Vila Andrade, quando foram surpreendidos pela força da enxurrada. O veículo foi arrastado até o córrego Morro do S.
Na manhã deste sábado (17), o corpo do marido dela, Marcos da Mata Ribeiro, 68, foi localizado no rio Pinheiros, próximo à ponte Edson de Godoy Bueno, na Vila Andrade, também na zona sul. O carro em que o casal estava foi arrastado na região do Capão Redondo. De acordo com o filho do casal, Hugo Bezerra da Mata Ribeiro, Marcos voltava para caso após ter ido buscar Maria Deusdete na oficina de costura onde ela trabalhava na Vila Andrade. Para ele, se existisse uma proteção no local, separando a pista da avenida e a área do córrego, isso poderia ter impedido que o veículo com seus pais fosse sugado para a galeria subterrânea que há no local.
No sábado, a gestão Ricardo Nunes (MDB) começou a construir uma barreira provisória entre a avenida Carlos Caldeira Filho e o córrego. Segundo a prefeitura, uma proteção instalada em 2024 havia sido vandalizada e furtada. Segundo a Defesa Civil, desde 1º de dezembro, 11 pessoas já morreram em decorrência das chuvas no estado.

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