Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Chefe da PF diz a Fachin que relatório sobre Mendonça foi determinação de Moraes
Crise no STF

Chefe da PF diz a Fachin que relatório sobre Mendonça foi determinação de Moraes

Segundo Moraes, Mendonça agiu para direcionar as investigações, "com quebra da imparcialidade judicial e favorecimento a determinados grupos políticos"

Publicado em 11 de Setembro de 2026 às 17:47

Agência FolhaPress

Publicado em 

11 set 2026 às 17:47
Diretor-geral afastado da PF, Andrei Passos Rodrigues
 Andrei Rodrigues defendeu atuação da PF nas apurações Andressa Anholete/Agência Senado
BRASÍLIA, DF - O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou nesta sexta-feira (11) ao presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, que o relatório da corporação que embasou um pedido de investigação contra o ministro André Mendonça foi feito por determinação de Alexandre de Moraes.
No documento, Andrei defende a "absoluta licitude" dos documentos produzidos pela corporação e afirma que a atuação da PF se deu "em estrito cumprimento de seu dever legal e de ordens judiciais" no âmbito do inquérito das fake news, que tramitava no Supremo sob relatoria de Moraes.
"Logo, além de não ter investigado ou monitorado autoridade com foro por prerrogativa de função por meio de tais relatórios, o órgão policial não deu causa a qualquer divulgação do material sigiloso nem sequer a encaminhamentos externos por iniciativa própria, salvo, como dito, para cumprimento de ordem ordem judicial advinda do STF", diz o diretor-geral.
As explicações foram apresentadas ao presidente do STF depois de Mendonça determinar o afastamento preventivo de Andrei do comando da corporação na terça (8) em reação ao uso por Moraes de um relatório interno da Polícia Federal para pedir uma apuração contra o próprio Mendonça.
O ministro queria que o colega fosse investigado por abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade na condução do caso do Banco Master e do INSS (Institutos Nacional do Seguro Social).
Segundo Moraes, Mendonça agiu para direcionar as investigações, "com quebra da imparcialidade judicial e favorecimento a determinados grupos políticos". O episódio acirrou o embate entre os dois ministros e resultou no afastamento preventivo de Andrei Rodrigues e do diretor de Inteligência da corporação, Leandro Almada.
Em sua decisão que retirou os dois policiais do cargo, Mendonça usa termos como surreal e inimaginável para descrever o material produzido pela Polícia Federal e até ironiza seu teor, ao usar aspas quando o classifica como documento.

Veja também 

Candidatos ao Senado pelo ES participam de sabatina de A Gazeta e CBN Vitória

A Gazeta e CBN Vitória entrevistam candidatos do ES ao Senado a partir de segunda (14)

Eduardo Bolsonaro

PF diz que Eduardo Bolsonaro orientou gestão de verba de Vorcaro para 'Dark Horse' nos EUA

Imagem de destaque

Fachin pede a Mendonça queda de sigilo de todo o caso Master em 24 horas

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Do chá verde ao vetiver: como as notas olfativas constroem a personalidade de um perfume
Mick Jagger critica comparação com Harry Styles
Dieta e treino aos 83 anos: o que Mick Jagger ensina sobre saúde
tecnologia e sustentabilidade
Moradia flexível é tendência para atender às mudanças no perfil das famílias

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados