Sair
Assine
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Covid: vacinação de crianças no Brasil está no plano de imunização de 2022
70 milhões de doses

Covid: vacinação de crianças no Brasil está no plano de imunização de 2022

A pasta planeja utilizar cerca de 340 milhões de doses para o próximo ano. Para isso, usaria 134,9 milhões de vacinas que seriam da sobra de 2021

Publicado em 09 de Outubro de 2021 às 11:52

Agência FolhaPress

Publicado em 

09 out 2021 às 11:52
Vacina Covid-19
Covid-19: Ministério da Saúde prevê disponibilizar 70 milhões de doses para a vacinação de crianças  Crédito: Carlos Alberto Silva
O Ministério da Saúde planeja vacinar crianças contra a Covid em 2022 caso a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprove a imunização. Para esse público, a previsão é de 70 milhões de doses. A declaração foi dada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (8). 
A pasta planeja utilizar cerca de 340 milhões de doses para o próximo ano. Para isso, usaria 134,9 milhões de vacinas que seriam da sobra de 2021.
Além das duas doses que seriam aplicadas por criança, o planejamento é distribuir apenas dose de reforço no público de 12 a 59 anos, e uma dose por semestre para a população com idade superior e imunossuprimidos.
Ainda não há pedidos na Anvisa para que libere a aplicação de doses em crianças. A Pfizer pediu a FDA, agência reguladora dos Estados Unidos, a autorização de uso emergencial de sua vacina contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos.
A vacinação será realizada por faixa etária, começando pelos mais velhos e terminando nos mais novos. O Ministério da Saúde prioriza a compra de doses das vacinas da Pfizer e da AstraZeneca para a campanha de imunização contra a Covid-19 em 2022.
A ideia é garantir mais 100 milhões de doses da Pfizer, podendo ampliar para mais 50 milhões de doses. Já da AstraZeneca o planejamento é de 120 milhões, podendo aumentar para mais 60 milhões de doses. Rodrigo Cruz, secretário-executivo do Ministério da Saúde, disse que o investimento estimado é de R$ 11 bilhões.
O novo ministro da Saúde, o cardiologista Marcelo Queiroga, reuniu hoje (23) a imprensa para divulgar as novas ações e estratégias do governo federal no combate à covid-19
O ministro da Saúde, o cardiologista Marcelo Queiroga espera vacinar crianças no país em 2022 Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
"A gente está discutindo com o Ministério da Economia a possibilidade de abrir um crédito extraordinário para firmar o contrato agora e a gente vai calibrar. Mas a mensagem que o Ministério da Economia passa é que não faltará orçamento para essas despesas". 
Há apenas R$ 3,9 bilhões reservados no projeto de orçamento de 2022 para a compra de vacinas da Covid-19, dentro de um bolo de R$ 7,1 bilhões direcionados às ações contra a pandemia.

FIM DA PANDEMIA?

O ministro da Saúde avaliou na coletiva que o próximo ano pode ser o fim do período pandêmico.
"Eu não disse que previa o fim da pandemia, eu disse que era possível. Quem fez esse tipo de avaliação foram técnicos da Fiocruz. Do ponto de vista terminativo, quem reconheceu a pandemia foi a OMS e seria ela também que reconheceria o caráter do período pandêmico", disse.
Rosana Leite de Melo, secretária extraordinária de enfrentamento à Covid-19, explicou que compete ao Ministério da Saúde determinar o fim da declaração de emergência internacional.
No entanto, existem critérios, como taxa de incidência, taxa de internação hospitalar, situação da pandemia no país e no mundo.
“Finalizando a emergência vai finalizar entre aspas a pandemia [no Brasil]” O vírus vai acabar? Provavelmente, não. Ele vai pular de um determinado status para outro. Isso que a gente colocou no desafio de se realizar um planejamento”.
O ministro da Saúde chegou a dizer que planeja flexibilizar o uso de máscara no Brasil em breve. Segundo ele, leis que obrigam o uso de máscara são ineficazes, o ideal é conscientizar a população.
“Quando cheguei eu falei em pátria de máscara. Hoje temos uma situação bem mais equilibrada e já podemos pensar, desde que o contexto vá cada dia melhorando e que a campanha vá ampliando, em flexibilizar o uso de máscara ao ar livre, por exemplo”
“Para quando? Espero que o mais breve possível, estamos trabalhando para isso. O nosso problema não é máscara, a gente tem é que desmascarar determinadas pessoas que ficam com narrativas que não se sustentam.”

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Álbum da Copa do Mundo deve ter atualização
Com figurinha de Neymar, Panini lança kit de atualização do álbum da Copa do Mundo
Imagem de destaque
Namoro ou união estável? Saiba como a legislação reconhece direitos na relação
Supermercado, mercado, comida, inflação dos alimentos
Inflação cai na Grande Vitória, mas conta do supermercado ainda pesa no bolso

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados