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Família confunde planta tóxica com couve e é internada em MG

Conhecida como "falsa couve" ou "fumo bravo", a Nicotiana glauca é tóxica; ela tem alta concentração de uma substância chamada anabasina, que pode causar casos sérios de intoxicação quando ingerida
Agência FolhaPress

Publicado em 

09 out 2025 às 16:55

Publicado em 09 de Outubro de 2025 às 19:55

Falsa couve foi encontrada em casa de família intoxicada em MG
Falsa couve foi encontrada em casa de família intoxicada Crédito: Corpo de Bombeiros/Polícia Militar/Divulgação
Quatro pessoas foram internadas em Patrocínio (MG) nesta quarta-feira (8) após comerem uma planta tóxica parecida com a couve. Conhecida como "falsa couve" ou "fumo bravo", a Nicotiana glauca é tóxica. A planta é da mesma família da Nicotiana tabacum, que é a folha do fumo. Ela tem alta concentração de uma substância chamada anabasina, que pode causar casos sérios de intoxicação quando ingerida e já foi usada na produção de inseticidas.
A família tinha se mudado recentemente para a chácara e achava que a planta que crescia no quintal era couve. Por causa da semelhança que tem com a hortaliça, eles colheram a Nicotiana glauca, refogaram e serviram no almoço. Os sintomas de intoxicação surgiram rapidamente. Após a refeição, quatro pessoas começaram a sentir mal-estar, ter dormência nas pernas, fraqueza, dificuldade para respirar e visão embaçada, segundo o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais. De acordo com a Polícia Civil, elas também apresentavam "conversa desconexa".
A mulher de 37 anos está em estado mais grave. Ela sofreu uma parada cardiorrespiratória quando era atendida pelos socorristas. Depois de reanimada, foi levada para o hospital da cidade. As outras vítimas são três homens de 49, 60 e 67 anos. Eles estão internados em estado grave e entubados, mas estáveis, informou a Prefeitura de Patrocínio, em nota.
"Atualmente, três vítimas permanecem internadas na Santa Casa, entubadas e em estado grave, porém estáveis. O homem de 67 anos atendido na UPA apresenta boa evolução, já está na enfermaria, consciente, orientado e se alimentando normalmente", disse a prefeitura de Patrocínio
A criança de 1 ano e 6 meses ficou em observação. Ela não chegou a comer a planta, mas foi levada para atendimento médico. Ela foi liberada na sequência e passa bem.

Caso será investigado

A vigilância sanitária e epidemiológica do município fizeram vistoria na casa nesta quinta-feira (9) e coletaram amostras da planta. "A secretaria de Saúde reforça a importância de não consumir plantas desconhecidas e de procurar imediatamente atendimento médico em casos de suspeita de intoxicação", disse a administração municipal. A Polícia Civil também vai apurar o caso. Em nota, a instituição informou que levantamentos preliminares "indicam a possibilidade de envenenamento acidental".
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