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Eleições 2026

Lula afirma que não vai implorar apoio de partidos e diz achar difícil que alguém o vença em 2026

Presidente declara que Brasil vive momento excepcional e que governo vai terminar muito bem; PP e União Brasil pressionam por demissão de ministros Celso Sabino (Turismo) e André Fufuca (Esportes)
Agência FolhaPress

Publicado em 

07 out 2025 às 11:22

Publicado em 07 de Outubro de 2025 às 14:22

SALVADOR E IMPERATRIZ - Em meio a ameaças de desembarque de legendas do centro da base do governo, o presidente Lula (PT) afirmou que não vai implorar o apoio de outros partidos para as as eleições de 2026 e disse achar muito difícil que alguém o vença.
"Eu não vou implorar para nenhum partido estar comigo, vai estar comigo quem quiser estar comigo. Não sou daqueles que ficam tentando comprar deputado. Vai ficar comigo quem quiser, quem quiser ir para o outro lado que vá, e que tenha sorte porque nós temos certeza de uma coisa: a extrema direita não voltará a governar esse país", afirmou.
Lula visita obras de macrodrenagem em Belém, no Pará Crédito: Ricardo Stuckert - Divulgação/PR - 03/10/25
As declarações foram dadas em entrevista à TV Mirante, do Maranhão, veiculada na manhã desta terça-feira (7) e gravada no dia anterior.
Ao falar sobre os partidos, o presidente havia sido questionado sobre as pressões feitas pelo PP e União Brasil, partidos que se uniram em uma federação, pela demissão dos ministros André Fufuca (Esportes) e Celso Sabino (Turismo).
Lula afirmou que a decisão caberá aos ministros, mas destacou que o seu desejo é que ambos permaneçam no governo. Também disse considerar um equívoco o PP e União Brasil ameaçarem os ministros de expulsão dos partidos caso permaneçam na gestão.
"Se as cosias estão dando certo, por que mexer? Por que essa pequenez de achar que atrapalhar um bom ministro que está fazendo um bom trabalho? Foi raiva? Foi inveja? Quando chegar a época das eleições cada um vai para o canto que quiser", disse o presidente.
O presidente ainda disse que vai atuar para pacificar a sua base no Maranhão, que se divide entre aliados do governador Carlos Brandão, que era do PSB e agora está sem partido, e o grupo remanescente de Flávio Dino, que deixou a política partidária ao assumir uma cadeira no STF (Supremo Tribunal Federal).
"Se gente brincar em serviço, a gente acaba dando para o adversário a chance de ganhar que ele não tem hoje. É muito difícil alguém ganhar as eleições de nós em 2026, o governo vai terminar muito bem, o Brasil está vivendo um momento excepcional", afirmou o presidente.
Na sequência, citou projetos como o Gás do Povo, Luz do Povo e a isenção do imposto de renda para as pessoas que ganham até R$ 5 mil.
Lula foi ao Maranhão segunda-feira (6) para inaugurar 2.837 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida. O investimento do Governo Federal foi de R$ 358,6 milhões e deve atender cerca de 11 mil pessoas.
Segundo maior município do Maranhão, Imperatriz é um dos principais redutos do agronegócio no estado e tem viés bolsonarista — no segundo turno da eleição de 2022, Bolsonaro teve 54,8% dos votos na cidade, contra 45,2% de Lula.
Em 2024, Bolsonaro esteve duas vezes na cidade para alavancar a candidatura da aliada Mariana Carvalho (Republicanos) à prefeitura. Mas a vitória acabou ficando com Rildo Amaral (PP), aliado do governador Carlos Brandão (sem partido).
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