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Meio ambiente

Lula cobra urgência climática e diz que forças extremistas espalham inverdades

Presidente disse que "rivalidades estratégicas" concentram recursos financeiros que poderiam ser canalizados para o enfrentamento do aquecimento global
Estadão Conteúdo

Publicado em 

06 nov 2025 às 15:06

Publicado em 06 de Novembro de 2025 às 18:06

BELÉM - O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, voltou a falar nesta quinta-feira (6) sobre o senso de urgência para as medidas mitigadoras das mudanças no clima, ao comentar sobre as "dramáticas perdas humanas" com o aquecimento global. Ainda neste tema, ele também classificou que "forças extremistas fabricam inverdades" para obter ganhos eleitorais.
A fala remete ao constante discurso da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, sobre "negacionismo climático". Sem citar nomes, o presidente brasileiro mencionou ainda que "rivalidades estratégicas e conflitos armados" desviam a atenção e acabam concentrando recursos financeiros que, de outro modo, poderiam ser canalizados para o enfrentamento do aquecimento global.
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante a recepção oficial dos Chefes de Delegação da Cúpula do Clima (COP30)
Lula durante a recepção oficial dos chefes de delegação da Cúpula do Clima (COP30) Crédito: Ricardo Stuckert/PR
O relatório de emissões do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente estima que o planeta está sendo direcionado para o patamar de 2,5º C mais quente, até 2100. Neste cenário de alerta, mais de 250 mil pessoas poderão morrer a cada ano, de acordo com o chamado "Mapa do Caminho Baku-Belém". O PIB global pode encolher até 30%. "A COP30 será a COP da verdade", declarou Lula, repetindo lema que a presidência brasileira tenta emplacar.
O cerne da discussão é o financiamento. No ano passado, na COP em Baku, no Azerbaijão, foi estabelecido que os países desenvolvidos devem "assumir a liderança" no fornecimento de, pelo menos, US$ 300 bilhões anuais até 2035, muito aquém do que é considerado necessário. O Brasil se comprometeu a apresentar, junto ao Azerbaijão, um roteiro de como alcançar a meta de US$ 1,3 trilhão.
O contexto geopolítico refratário ao multilateralismo, simbolizado com a futura saída do Estados Unidos do Acordo de Paris no início de 2026, representa um dos principais empecilhos para o compromisso de angariar recursos trilionários para a seara climática.
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