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Morre motorista de aplicativo atingido durante ataque no Aeroporto de Guarulhos

O homem foi atingido nas costas e ficou internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Geral de Guarulhos.

Publicado em 10 de Novembro de 2024 às 11:01

Agência FolhaPress

Publicado em 

10 nov 2024 às 11:01
 Morreu, neste sábado (9), um motorista de aplicativo que foi atingido durante ataque no Aeroporto Internacional de Guarulhos. A morte de Celso Araújo Sampaio de Novais, de 41 anos, foi confirmada pela Polícia Civil.
empresário e corretor de imóveis Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, que teria sido morto por vingança pela facção criminosa PCC, no aeroporto de Guarulhos
Empresário e corretor de imóveis Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, que teria sido morto por vingança pela facção criminosa PCC, no aeroporto de Guarulhos Crédito: Reprodução
O motorista foi atingido nas costas e ficou internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Geral de Guarulhos.
O alvo dos disparos era Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, 38, que morreu no local e havia sido jurado de morte pela facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).
Além do motorista de aplicativo, que não possuía relação com o alvo do ataque, outra pessoa atingida permanece no Hospital Geral de Guarulhos. Uma mulher de 28 anos também ficou ferida durante a ação, mas foi liberada após atendimento médico.
No final de 2023, Gritzbach sofreu um atentado em um imóvel no Tatuapé, zona leste de São Paulo.
Em março deste ano, Gritzbach assinou um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público e entregou supostos esquemas do PCC. Ele também era suspeito de ter ordenado a morte de dois integrantes da facção
Em nota, o DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção a Pessoa) disse investigar a morte do empresário. Gritzbach era escoltado por policiais militares, que prestaram depoimento à Polícia Civil e foram afastados das atividades operacionais durante as investigações.
Eles prestavam serviço de segurança particular ao empresário.
Os dois carros utilizados pela escolta da vítima e um terceiro, supostamente usado pelos atiradores, foram apreendidos e periciados, assim como os celulares dos integrantes da escolta e da namorada do homem --que também foi ouvida pelos investigadores.
O departamento diz que as corregedorias das polícias Civil e Militar apuram a atuação de seus agentes no caso mencionado.

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