Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Motta envia denúncias contra Eduardo Bolsonaro para o Conselho de Ética da Câmara
Afastamento

Motta envia denúncias contra Eduardo Bolsonaro para o Conselho de Ética da Câmara

Deputado também destravou a tramitação de outras 16 denúncias, que estavam paradas na Mesa Diretora, órgão que recebe as representações

Publicado em 15 de Agosto de 2025 às 19:43

Agência FolhaPress

Publicado em 

15 ago 2025 às 19:43
BRASÍLIA - O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), enviou denúncias contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para o Conselho de Ética nesta sexta-feira (15).
Ao todo, são quatro representações contra o filho de Jair Bolsonaro (PL), que articula nos EUA punições a autoridades brasileiras com o objetivo de livrar o pai, réu no STF (Supremo Tribunal Federal) acusado de golpismo.
Motta também destravou a tramitação de outras 16 denúncias, que estavam paradas na Mesa Diretora, órgão que recebe as representações. As mais antigas haviam sido protocoladas em fevereiro. Além de Eduardo, o deputado André Janones (Avante-MG) é outro alvo principal, acumulando cinco representações.
Coronel Ramalho
Eduardo Bolsonaro tirou licença de 120 dias, mas prazo acabou e ele não voltou às atividades Crédito: Carlos Alberto Silva
A partir da instauração do processo no Conselho de Ética, o presidente do colegiado deve escolher um relator a partir de uma lista com três membros sorteados. O relator não pode ser do mesmo partido ou estado do acusado.
As representações contra Eduardo Bolsonaro foram protocoladas pelo PT, pelo PSOL e por parlamentares petistas.
Nesta quinta-feira (14), o líder do PT, deputado Lindbergh Farias (RJ), reiterou o pedido para que Motta encaminhasse os processos contra Eduardo e apresentou sua terceira representação à Mesa -esse processo mais recente não foi encaminhado ao conselho ainda.
Eduardo tirou licença de 120 dias do mandato e viajou para os Estados Unidos, de onde tem influenciado o governo de Donald Trump a suspender visto de autoridades, como ministros do STF, além de impor uma sobretaxa aos produtos brasileiros e aplicar a Lei Magnitisky ao ministro Alexandre de Moraes.
A licença terminou em 20 de julho e, desde então, Eduardo tem faltado às sessões plenárias. Lindbergh argumenta que ele tem usado seu mandato para "atacar a democracia e a soberania nacional, com grave prejuízo à imagem do Parlamento e aos cofres públicos".
Como mostrou a Folha de S.Paulo, Eduardo não perderá o mandato em 2025 por excesso de faltas mesmo que deixe de comparecer sem justificativa a todas as sessões até o fim do ano. A punição só é possível a partir de março de 2026, quando a Câmara analisa as faltas do ano anterior.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Vista de Itarana
Polícia Militar, Itarana e Vitória: 28 mil vagas em concursos e seleções
SML de Linhares, no Norte do ES
Professor morre após acidente entre duas motocicletas em São Mateus
Perspectiva do Porto da Imetame em Aracruz
Portos brasileiros ampliam capacidade para exportar petróleo do pré-sal

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados