Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Oito em cada 10 brasileiros acham que homossexualidade deve ser aceita
Pesquisa

Oito em cada 10 brasileiros acham que homossexualidade deve ser aceita

Em linha com a cultura de maior tolerância à diversidade sexual, o pensamento de que a homossexualidade deve ser desencorajada, por sua vez,  diminuiu

Publicado em 04 de Junho de 2022 às 15:54

Agência FolhaPress

Publicado em 

04 jun 2022 às 15:54
Infelizmente, casos de intolerância, linchamentos e até mesmo assassinatos marcam a questão da rejeição à homossexualidade no Brasil
Infelizmente, casos de intolerância, linchamentos e até mesmo assassinatos marcam a questão da rejeição à homossexualidade no Brasil Crédito: Sharon McCutcheon/ Pexels
A ideia de que a homossexualidade deve ser aceita por toda a sociedade conta com o apoio de 79% dos brasileiros hoje, ante 74% em 2017, segundo nova rodada da pesquisa Datafolha sobre o perfil ideológico da população. Os resultados gerais mostraram uma aproximação maior com a esquerda.
Em linha com a cultura de maior tolerância à diversidade sexual, o pensamento de que a homossexualidade deve ser desencorajada por toda a sociedade passou, no intervalo de cinco anos, de 19% para 16%. Uma fatia de 6% não opinou.
A elevação do índice de aceitação dos homossexuais é um dos aspectos que explicam a aproximação maior da população com o ideário de esquerda, que passou de 41% para 49%, pico da série histórica, iniciada em 2013. Já a direita atingiu seu menor índice, recuando de 40% para 34%.
Na primeira edição da pesquisa, a crença de que a homossexualidade deve ser aceita contava com o apoio de 67% das pessoas. O índice passou para 64% em 2014, 74% em 2017 e atingiu agora 79% --ou seja, 8 em cada 10 brasileiros concordam com essa afirmação.
Já a visão de que a homossexualidade deve ser desencorajada se manteve minoritária ao longo dos levantamentos de cada ano: 25%, 27%, 19% e, hoje, 16%.
Na divisão dos entrevistados por gênero, a rejeição é numericamente maior entre homens (17%) do que entre mulheres (14%). Quando observada a idade, o percentual aumenta conforme a geração: 7% (16 a 24 anos), 12% (25 a 34 anos), 15% (35 a 44 anos), 18% (45 a 59 anos) e 22% (60 anos ou mais).
No recorte por escolaridade, a resistência é maior entre os que têm ensino fundamental (22%) e perde força entre quem possui nível médio (14%) e superior (9%). O índice de contrários entre os que se declaram espíritas é de 9% e vai a 12% entre católicos e a 27% entre evangélicos.
O instituto ouviu 2.556 pessoas acima dos 16 anos em 181 cidades de todo o país nos últimos dias 25 e 26. Contratado pela Folha, o levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-05166/2022 e possui margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou menos.
A classificação ideológica foi feita conforme a pontuação alcançada pelas respostas do entrevistado em questões sobre temas que separam as duas visões de mundo, tanto em comportamento e valores quanto em economia. A conversão à esquerda foi mais sensível na primeira parte do que na segunda.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Lourival Carvalho Santos Junior, de 24 anos, morreu em um acidente debaixo do viaduto de Carapina
Motociclista morre após acidente com ônibus do Transcol na Serra
Imagem de destaque
Veículos são incendiados em pátio da Secretaria de Educação de São Mateus
Pets, Guia do Dono Elegante
Pets: guia do dono elegante

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados