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Até 2023

EDP vai investir R$ 200 milhões em energia solar no Espírito Santo

Companhia anunciou, nesta terça (30), a venda da hidrelétrica de Mascarenhas por R$ 1,2 bilhão. Objetivo é ampliar investimentos em energia solar, inclusive no ES

Publicado em 31 de Agosto de 2022 às 19:11

Públicado em 

31 ago 2022 às 19:11
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Estado tem incentivado o uso de energias renováveis no campo, como a solar, que utiliza placas fotovoltaicas
Placas solares: objetivo da EDP é ampliar a geração de energia limpa e renovável Crédito: Pixabay
A venda da hidrelétrica de Mascarenhas, em Baixo Guandu, anunciada na terça-feira (30), deixou ainda mais clara a estratégia da EDP, gigante mundial no setor de energia. A companhia vai reduzir cada vez mais a participação da matriz hidrelétrica no seu parque gerador e vai investir cada vez mais pesado em energia solar.
Os impactos da decisão da empresa, tomada ainda na década passada, claro, chegaram ao Espírito Santo. Até o final do ano que vem a EDP pretende investir R$ 200 milhões em geração de energia solar no Espírito Santo. A venda de ativos como Mascarenhas, que ficou em R$ 1,2 bi, vai financiar o plano global da empresa de investir cada vez mais forte em energias limpas e renováveis, destacadamente solar e, no futuro, eólica.
O objetivo da EDP Brasil é alcançar 1 GW de exposição à energia solar até 2025. Para dar suporte ao investimento, a empresa captou R$ 1,9 bilhão no mercado.
A usina de Mascarenhas é a segunda maior do Estado, com capacidade de 198 megawatts, atrás apenas para a de Aimorés, que tem capacidade para 330 MW e fica na mesma região do Rio Doce. A compradora foi a multinacional inglesa VH GSEO UK Holdings Limited, uma subsidiária da Victory Hill Global Sustainable Energy Opportunities, (GSEO).

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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