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Infraestrutura

Ferrovia Centro-Atlântica: definição que impacta o ES vai demorar um pouco mais

A Ferrovia Centro Atlântica (FCA) é fundamental para trazer cargas do Brasil Central para os portos do Espírito Santo. A VLI, concessionária atual, quer a renovação
Abdo Filho

Publicado em 

22 jan 2026 às 03:00

Publicado em 22 de Janeiro de 2026 às 06:00

VLI contrata novos maquinistas
Operação de trem da VLI Logística, concessionária responsável pela FCA Crédito: Divulgação/VLI
O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, foi informado por Agência Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT) e Ministério dos Transportes que a solução definitiva para a concessão da Ferrovia Centro Atlântica (FCA), fundamental para trazer cargas do Brasil Central para os portos do Estado, vai demorar um pouco mais do que o esperado. O contrato com a VLI Logística, responsável pela operação, acaba em agosto e uma renovação antecipada está sendo discutida há quase três anos. Como ainda não houve uma definição, deve ser feito um aditivo contratual para a VLI seguir no comando até que Brasília defina de vez a situação.
Os investimentos obrigatórios a serem feitos pela concessionária se aproximam de R$ 30 bilhões. A VLI fez suas propostas e é justamente isso que está sendo analisado por ANTT e Ministério dos Transportes. Feito isso, o pacote ainda precisa ser validado pelo Tribunal de Contas da União. Ou seja, não há tempo de tudo isso ser feito até agosto, por isso, o aditivo.
Sobre os investimentos, há uma pressão enorme para que sejam feitos aportes na Bahia, onde a FCA se integraria à Fiol (Ferrovia de Integração Oeste-Leste), que ainda não está pronta, mas vai acabar no Porto de Ilhéus. Trata-se de uma reviravolta, afinal, no princípio das discussões, havia a possibilidade de o ramal da Centro-Atlântica rumo ao Nordeste, diante do baixo movimento, até ser devolvido. O Espírito Santo, por sua vez, briga para que o corredor leste da FCA, que acaba nos portos capixabas, receba investimentos. Em princípio, o objetivo era tirar o contorno da Serra do Tigre (em MG) do papel, mas os valores (cerca de R$ 12 bi) inviabilizaram a ideia. Agora, a meta é garantir o contorno ferroviário de Belo Horizonte (onde é feita a conexão com a Estrada de Ferro Vitória-Minas) agilizando a viagem e melhorando a eficiência da operação rumo ao Espírito Santo. O outro corredor da FCA termina no Porto de Santos.
Muito embora a novela tenha recebido capítulos extras, o governo capixaba está otimista de que terá seus pleitos atendidos. 
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