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Economia

Santander prevê expansão de 3,1% para ES em 2022, acima do Brasil

De acordo com o levantamento, que observa as variações regionais em todo o país, o PIB brasileiro vai crescer 2,6%. Banco acredita na retomada da indústria local

Publicado em 23 de Setembro de 2022 às 03:59

Públicado em 

23 set 2022 às 03:59
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

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Crédito: Carlos Alberto
O Departamento Econômico do Santander estima que a economia do Espírito Santo crescerá 3,1% em 2022. Mais que o Brasil e que a região Sudeste. Pelas contas da instituição, indústria, comércio, serviços e agronegócio terão variação positiva. De acordo com o levantamento, que observa as variações regionais em todo o país, o PIB brasileiro vai crescer 2,6%.
“No geral, as atividades do setor terciário mostraram melhor desempenho em Minas Gerais e Espírito Santo em relação a São Paulo e Rio de Janeiro”, aponta Gabriel Couto, economista do Santander e autor do estudo. Em seus cálculos, o PIB dos serviços, que representa 69,8% da economia capixaba, recuou 6,4% em 2020 no Espírito Santo, avançou 4,3% em 2021 e deve ter nova alta este ano, de 3,3%. “O Sudeste foi uma das regiões mais afetadas no setor de serviços em razão das restrições relacionadas à pandemia. A retomada em 2021 e 2022 se mostra relativamente homogênea entre estados”, assinala Couto.
A indústria, que tem peso de 26,5% na economia do ES, também deve contribuir com o crescimento, ao avançar 3,1% este ano. "O Espírito Santo não recuperou integralmente as perdas da pandemia na indústria, com acumulado desde 2019 ainda significativamente negativo”, pondera o economista.
Por fim, o Santander espera alta de 1,9% para o PIB da agropecuária no Espírito Santo em 2022, após aumento de 2,9% e 1,8% em 2020 e 2021, respectivamente. Esse segmento tem participação de 3,6% na economia do Estado. “A agropecuária deve manter tendência de expansão no Sudeste ao longo dos próximos anos. O ciclo favorável das commodities agrícolas deve ajudar o setor”, diz Couto.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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