Sair
Assine
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Economia

Comércio pede ao governo um novo refinanciamento de dívidas

Empresários do comércio pedem a Bolsonaro a postergação do pagamento de tributos e o parcelamento judicial de dívidas trabalhistas

Publicado em 27 de Julho de 2020 às 05:00

Públicado em 

27 jul 2020 às 05:00
Angelo Passos

Colunista

Angelo Passos

apassos@redegazeta.com.br

Comércio na Avenida Expedito Garcia, em Campo Grande
Apesar da reabertura gradual, comércio sente os efeitos da pandemia desde março, com queda no movimento Crédito: Fernando Madeira
Agora ganhou nova dimensão a expectativa do setor empresarial pela adoção de novo Refis (programa de recuperação fiscal). Trata-se de reivindicação feita oficialmente ao governo pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Consta de documento enviado ao presidente Bolsonaro. O argumento é de que a medida ajudaria muitas empresas a se manterem vivas, apesar do estrangulamento do caixa desde março, quando iniciou-se o isolamento social.
Além do Refis esperado pelos empresários (com postergação do pagamento de tributos e parcelamento judicial de dívidas trabalhistas), várias outras propostas fazem parte do “Programa de retomada da economia do comércio brasileiro” sugerido pela CNC ao presidente da República. O texto engloba ações de natureza trabalhista, tributária e jurídica. Foi elaborado com base em pesquisa realizada pela CNC, de 3 a 8 de julho, com a participação das federações, sindicatos e mais de 650 empresários de diversas partes do país - incluindo os do Espírito Santo.
No âmbito financeiro, o comércio também pede desburocratização para obtenção do crédito nos bancos (um antigo pleito), incentivos à tomada de financiamento e flexibilização na alocação de recursos do FGTS.
No campo jurídico-trabalhista, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo encaminhou as seguintes reivindicações: recontratação do trabalhador dispensado sem carência e com diferente remuneração; parcelamento da rescisão do contrato de trabalho; correção dos débitos trabalhistas pela aplicação da TR; e flexibilização plena da legislação trabalhista para manutenção do emprego e das empresas.
A CNC também pede ao presidente da República que seja estendida a todos segmentos do comércio de bens, serviços e turismo a chamada "lei do salão parceiro" (ou do profissional parceiro). O que significa? É a contratação de profissionais considerados pelas autoridades fazendárias como pequenos empresários, microempresários ou microempreendedores individuais sem reconhecimento de vínculo de emprego (conforme previsto na lei nº 12.592/2012 e na lei nº 13.352/2016). Essa parceria é permitida em algumas atividades de serviços. A CNC quer a extensão para todas.

Angelo Passos

É jornalista. Escreve às segundas e às sextas-feiras sobre economia, com foco no cenário capixaba, trazendo sempre informações em primeira mão e análises, sem se descuidar dos panoramas nacional e internacional

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Diversos corredores marcaram presença na primeira edição da Corrida e Caminhada da Cooperação
Corrida de rua no ES doará valor arrecadado com inscrições para instituições sociais
Imagem de destaque
Seleção pé-quente: 7 vinhos brasileiros de até R$ 70 para torcer pelo hexa
Imagem BBC Brasil
Torcer para o Brasil está mais caro? A alta do preço da carne, da cerveja e de outros itens para assistir aos jogos da Copa

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados