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Leonel Ximenes

A nova vida do padre que foi deputado estadual pelo PT no ES

Derrotado na tentativa de reeleição, parlamentar retomou sua carreira religiosa e se destaca em outro Estado
Leonel Ximenes

Publicado em 

15 set 2025 às 14:25

Publicado em 15 de Setembro de 2025 às 17:25

Padre Honório: na luta pelo meio ambiente e pelas causas sociais no interior de MG
Padre Honório: na luta pelo meio ambiente e pelas causas sociais no interior de MG Crédito: Sebrae-MG
Deputado estadual pelo Partido dos Trabalhadores (PT) entre 2015 e 2018 no Espírito Santo, o padre Honório José de Siqueira acabou não sendo reeleito, retomou sua carreira religiosa e foi atuar na Paróquia São Francisco de Assis, em Teófilo Otoni (MG).
No interior mineiro, Padre Honório, como é mais conhecido, atua hoje como agente de transformação social, ambiental e econômica no Vale do Mucuri, trabalho que mereceu reportagem do jornal O Tempo, de BH.
Natural de Mantenópolis (ES), o sacerdote católico está se notabilizando pelo trabalho de recuperação de nascentes no Mucuri, além de promover ações de segurança alimentar e recuperação do solo em Teófilo Otoni.
Em parceria com órgãos como Emater, Sebrae, prefeituras e lideranças locais, o capixaba promove seminários, oficinas, excursões, dias de campo e ações de assistência técnica. O projeto cresceu e alcançou outros municípios do Vale do Mucuri. “A agricultura não deve se limitar a grãos. É preciso produzir com qualidade e preservar o solo, as nascentes e as florestas”, afirma o padre em entrevista ao site mineiro.
Padre Honório discursando na Assembleia Legislativa do ES quando era deputado do PT
Padre Honório discursando na Assembleia Legislativa do ES quando era deputado do PT Crédito: Tati Beling/Ales
Em 2019, após o encerramento do seu mandato na Assembleia Legislativa do Espírito Santo, padre Honório assumiu a paróquia e encontrou um cenário desanimador na região. “Vi pessoas morando na roça, mas indo trabalhar na cidade. Pensei: podemos fazer algo”, relembra. E ele fez
Sua proposta foi mostrar ao agricultor que era possível produzir no próprio terreno, garantir sustento e gerar renda. “O que falta é informação. Quando ela não chega, o agricultor erra sem saber ou passa necessidade, mesmo com oportunidades à frente”, alerta. “Como se diz ‘vai em paz’ para quem não tem água nem alimento?”, indaga.
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