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Leonel Ximenes

Capixaba quer botão de pânico para proteger profissionais de Saúde

Projeto de Lei foi inspirado no caso em que uma médica de Guarapari foi coagida por um vereador
Leonel Ximenes

Publicado em 

23 set 2025 às 16:50

Publicado em 23 de Setembro de 2025 às 19:50

Programa Mais Médicos lança novo edital de seleção
O projeto cria mecanismos de proteção para médicos, agentes comunitários, agentes de combate às endemias e demais profissionais da área Crédito: Freepik
O triste episódio em que uma médica de Guarapari foi coagida por um vereador inspirou o deputado federal Gilson Daniel (Podemos-ES) a apresentar um projeto de lei que determina a implementação do botão do pânico em unidades de saúde de todo o Brasil.
Além do dispositivo eletrônico, outras medidas de proteção estão previstas no Projeto de Lei 4.550/2025 para médicos, agentes comunitários, agentes de combate às endemias e demais profissionais da área.
Para o parlamentar, o caso de Guarapari escancarou a necessidade urgente de garantir segurança e dignidade aos profissionais que atuam na linha de frente da Saúde.
“Nossos profissionais de saúde estão na linha de frente, cuidando da população. É inaceitável que exerçam suas funções sob risco constante de agressões físicas, verbais e até perseguições institucionais. O que estamos propondo é dar a eles o mínimo, que são condições de segurança para que possam salvar vidas sem colocar as suas em perigo”, afirmou Gilson Daniel.
Além do botão do pânico, o projeto prevê que as ocorrências de violência sejam notificadas às autoridades policiais, ao Ministério da Saúde, ao Ministério Público e aos conselhos de classe, garantindo também suporte psicológico e jurídico às vítimas.
O texto ainda determina que as unidades tenham estacionamentos iluminados, acessos independentes para profissionais e pacientes, videomonitoramento em áreas comuns e integração direta com forças de segurança pública. Segundo o projeto de lei, o prazo para adequação será de até 180 dias, com possibilidade de apoio financeiro da União a estados e municípios.
“Não se trata apenas de proteger médicos e servidores, mas de garantir a continuidade do atendimento à população. Valorizar quem cuida da nossa gente é defender o direito fundamental à saúde”, afirmou o deputado federal capixaba.
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