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Leonel Ximenes

Cidade do ES será a capital de fruta exótica que veio da Bolívia

O alimento, segundo especialistas, tem grande potencial nutricional e farmacológico; até a casca contém propriedades antioxidantes
Leonel Ximenes

Publicado em 

11 mar 2025 às 03:11

Publicado em 11 de Março de 2025 às 03:11

Achachairu: produtores capixabas apostam no cultivo de fruta exótica
Da mesma família do mangostão e do bacupari – e confundida com a siriguela –, o achachairu tem sabor agridoce Crédito: TV Gazeta
A cidade de Itarana, no noroeste do Espírito Santo, será a Capital Estadual do Achachairu, uma fruta exótica de origem boliviana, de acordo com o projeto de lei apresentado pelo deputado estadual Dary Pagung (PSB).
Da mesma família do mangostão e do bacupari – e confundida com a siriguela –, o achachairu tem sabor agridoce. O nome é atribuído ao guarani e significa “beijo de mel”.
Apesar de ser considerada exótica e não ter origem brasileira, a fruta tem ganhado cada vez mais espaço no Brasil e no Espírito Santo. Em Itarana, famílias de agricultores estão aumentando suas rendas com o cultivo dela. Além de vendê-la, também comercializam mudas produzidas em viveiro.
De acordo o parlamentar, o cultivo é sustentável. “A planta é rústica, dispensa poda e adubação intensiva e não tem registros de pragas ou doenças, o que reduz o uso de defensivos agrícolas. A valorização no mercado é grande, por ser uma fruta exótica e pouco conhecida, pode alcançar preços elevados, chegando a R$ 30 o quilo no Brasil”, destaca Pagung.
Cidade do ES será a capital de fruta exótica que veio da Bolívia
O achachairu é um alimento de grande potencial nutricional e farmacológico, segundo os especialistas. Segundo o parlamentar, até a casca, apesar de não ser comestível, contém propriedades antioxidantes e pode ser usada para preparar sucos e infusões.
“Os benefícios à saúde são diversos. Ele é rico em vitamina C e potássio, auxilia na imunidade, na digestão e na hidratação do organismo”, completa.
Para o deputado, reconhecer a vocação de Itarana para a fruta ajuda a divulgar as potencialidades do município não apenas para o Espírito Santo, mas também para todo o país, sendo uma forma de abrir portas para atrair novos investimentos.

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