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Leonel Ximenes

Força-Tarefa da Polícia Federal começa a atuar no ES

Principal meta do grupo de segurança é rastrear o patrimônio das organizações criminosas e descapitalizá-las

Publicado em 08 de Novembro de 2021 às 12:27

Públicado em 

08 nov 2021 às 12:27
Leonel Ximenes

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Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

O superintendente da PF no ES, Eugênio Ricas, fala na Comissão de Segurança da Assembleia
O superintendente da PF no ES, Eugênio Ricas, fala na Comissão de Segurança da Assembleia Crédito: TV Assembleia
O comando nacional da Polícia Federal definiu como uma das prioridades a criação de uma força-tarefa nos Estados do Espírito Santo e da Bahia, e essa mobilização começa a operar na próxima semana. A afirmação foi feita pelo superintendente da Polícia Federal no ES, delegado Eugênio Ricas, durante reunião da Comissão de Segurança da Assembleia, na manhã desta segunda-feira (8).
Ricas destacou que Estados como Roraima, Minas Gerais, Ceará e Mato Grosso já dispõem da força-tarefa, e que este é um projeto nacional do Ministério da Justiça e da Segurança Pública. “Também há esforços para criar a força-tarefa em mais 10 estados”, adiantou.
O imóvel para abrigar a união das forças de segurança, que já conta com o apoio das Guardas Municipais de Vitória e de Vila Velha bem como da PRF, será o prédio do DNIT, localizado entre Bento Ferreira e Jesus de Nazareth, na Avenida Marechal Mascarenhas de Moraes, em Vitória, que fica bem próximo da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da prefeitura da Capital.
Ricas explicou que já está em curso uma licitação para poder reformar o imóvel. Enquanto isso, a força-tarefa começará os seus trabalhos na sede da Superintendência da PF, em Vila Velha, na próxima semana. Os recursos para a formação do prédio do DNIT, em torno de R$ 300 mil, já estão garantidos, segundo o delegado federal.
“Vamos trabalhar a investigação desde o princípio. A gente vai analisar todo o patrimônio da organização criminosa e descapitalizá-los”, explicou Ricas, a respeito do diferencial da força-tarefa.
O superintendente avaliou que, no Brasil, as forças de segurança têm como pontos fracos o baixo efetivo e a falta de compartilhamento de informações. E sem fazer críticas públicas, principalmente pela não adesão das Polícias Civil e Militar do Espírito Santo, ele disse que não há nada a perder com a chegada de mais agentes.
Experiente, o deputado estadual Theodorico Ferraço afirmou que a “força-tarefa não é um programa pessoal de Ricas”.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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