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Leonel Ximenes

Músico da PM do ES faz arranjo para as Olimpíadas de Tóquio

Quatro trechos de músicas, com o toque de talento do capixaba, embalaram a apresentação de atleta brasileira

Publicado em 02 de Agosto de 2021 às 13:29

Públicado em 

02 ago 2021 às 13:29
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

O aluno Sargento Bruno Santos ensaiando com seu trompete
O aluno Sargento Bruno Santos ensaiando com seu trompete Crédito: PMES
A apresentação da ginasta Flávia Saraiva nos Jogos de Tóquio teve um sabor especial para um capixaba (que não é atleta, mas é craque também). É que o arranjo das músicas que embalaram a apresentação da atleta brasileira no solo foi produzido pelo músico Bruno Santos, aluno sargento e integrante da Banda da Polícia Militar do Espírito Santo.
Trechos das músicas “Garota de Ipanema”, “Aquarela do Brasil”, “Canto das Três Raças” e "Canta Brasil" foram incluídos durante a apresentação de Flávia, no dia 25 de julho, logo no início das Olimpíadas.
“A repercussão, via redes sociais, foi muito positiva. Eu fiquei muito feliz com o resultado musical; uma honra poder participar e contribuir da melhor forma que sei, escrevendo e tocando”, comemorou Bruno, que agora promete fazer uma adaptação do arranjo para que a Banda de Música do Corpo Musical da PMES a execute futuramente.
O arranjo foi encomendado pelo produtor musical da cantora Anitta, Rafael Castilhol, a pedido do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Castilhol produziu as músicas com as concepções de samba e funk e o aluno sargento Bruno fez o arranjo das cordas, metais e base.
As cordas foram gravadas em São Petersburgo, na Rússia, e os metais no Brasil. O próprio Bruno Santos foi quem gravou os trompetes diretos do seu estúdio.
Flavia Saraiva nas Olimpíadas de Tóquio
Flavia Saraiva se apresentando nas Olimpíadas de Tóquio Crédito: Gaspar Nóbrega/COB
Então, o resultado final é ouro para o músico e arranjador capixaba. Flávia, por sua vez, que machucou o tornozelo no solo e não subiu ao pódio, tenta se recuperar do revés inicial e disputa, nesta terça (3, no horário do Japão), a final da trave. E o Brasil vai junto com ela na torcida!

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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