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Juízes promovidos

As vagas de desembargador que vão surgir no TJES em 2023

Ao menos três membros da Corte vão completar 75 anos, idade em que a aposentadoria é obrigatória no serviço público

Publicado em 23 de Fevereiro de 2023 às 06:15

Públicado em 

23 fev 2023 às 06:15
Letícia Gonçalves

Colunista

Letícia Gonçalves

lgoncalves@redegazeta.com.br

Sérgio Ricardo de Souza e Raimundo Siqueira Ribeiro foram escolhidos novos desembargadores do TJES
O Pleno do Tribunal de Justiça do Espírito Santo é formado por 30 desembargadores Crédito: Divulgação/TJES
Ao menos três desembargadores do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) vão se aposentar em 2023. Eles completam 75 anos, idade em que a aposentadoria é obrigatória no serviço público. Para ocupar o lugar desses magistrados, juízes vão ser promovidos.
Em maio, quem se aposenta é o atual decano da Corte, Manoel Alves Rabelo, ex-presidente do TJES. A vaga vai ser preenchida pelo critério de antiguidade. 
A juíza mais antiga é Débora Maria Ambos Correa da Silva. A promoção dela é dada como certa.
Outro a se aposentar em 2023 é o desembargador Jorge do Nascimento Viana, que completa 75 anos em agosto.
Em outubro de 2014, quando foi promovido, ele tinha 66 anos.
A vaga vai ser preenchida pelo critério de merecimento.
O juiz Fábio Brasil Nery, que já figurou duas vezes em listas para ser promovido, é hoje o nome mais provável a ser alçado ao posto.
São os próprios desembargadores que elegem os futuros colegas. A votação é aberta. Os três juízes mais votados integram a chamada lista tríplice e o que recebe mais votos, entre esses três, vira desembargador.
De acordo com o Regimento Interno do Tribunal, "é obrigatória a promoção do Juiz que figure por três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento".
Já em novembro, outro desembargador vai se aposentar: Raimundo Siqueira Ribeiro. Ele passou a integrar a Corte em setembro de 2022, ou seja, vai ficar no cargo por pouco mais de um ano.
Esta vaga, pela regra da alternância, vai ser preenchida por antiguidade. O juiz mais antigo depois de Débora Maria Ambos Correa da Silva é Jaime Ferreira Abreu.

Correção

24/02/2023 - 4:48
A coluna, incialmente, registrou que as três vagas seriam preenchidas de acordo com os critérios de merecimento/antiguidade/merecimento, respectivamente. A ordem correta, contudo, é antiguidade/merecimento/antiguidade. O texto foi corrigido.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiária no site Gazeta Online/CBN Vitória. Em 2008, passou a atuar como repórter da rádio. Em 2012, migrou para a editoria de Política de A Gazeta, tambem como repórter. Exerceu a função de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Letícia Goncalves.

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