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Fim das híbridas

Assembleia do ES vai voltar a realizar sessões exclusivamente presenciais

Requerimento do deputado Sergio Majeski (PSDB) foi aprovado nesta segunda-feira (11)

Publicado em 11 de Abril de 2022 às 15:37

Públicado em 

11 abr 2022 às 15:37
Letícia Gonçalves

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Letícia Gonçalves

lgoncalves@redegazeta.com.br

Plenário da Assembleia Legislativa
Plenário da Assembleia Legislativa do Espírito Santo Crédito: Tati Beling/Ales
A Assembleia Legislativa do Espírito Santo vai voltar a realizar sessões exclusivamente de forma presencial. Requerimento do deputado Sergio Majeski (PSDB) foi aprovado nesta segunda-feira (11).
As sessões, inclusive a desta segunda, têm sido realizadas de forma híbrida, com parte dos parlamentares em plenário e parte participando apenas virtualmente, por vídeo.
Não raro, as câmeras ficam desligadas, não sendo possível, portanto, aferir se os parlamentares estão mesmo presentes ou prestando atenção.
É também comum que deputados participem das sessões enquanto estão em trânsito, dentro do carro, ou parem para fazer outras coisas enquanto deveriam participar das discussões e votações.
Em ano eleitoral, quando muitos são candidatos à reeleição ou à Câmara dos Deputados, a coisa poderia degringolar ainda mais.
A partir da próxima segunda-feira (18), de acordo com o presidente da Casa, Erick Musso (Republicanos), todos vão ter que estar no plenário. Tanto nas sessões ordinárias quanto nas reuniões das comissões temáticas.
A votação foi simbólica. Vários itens da pauta após a decisão, os deputados Fabrício Gandini (Cidadania) e Iriny Lopes (PT), que participavam virtualmente, disseram que votaram contra.
"Acredito que há espaço para o virtual, o mundo inteiro está se organizando dessa forma. Vemos aí a discussão do metaverso. A gente poderia ter discutido melhor para que o híbrido fosse ainda utilizado. Fiz diversas reuniões importantes com gente de fora do estado que puderam participar porque o sistema é híbrido", afirmou Gandini.
As sessões passaram a ser realizadas apenas virtualmente e depois de forma híbrida devido à pandemia de Covid-19. "Não faz sentido continuarmos com sessões híbridas quando toda a sociedade já voltou. Não há justificativa minimamente razoável para continuarmos em sessão híbrida", pontuou Majeski, que estava em plenário.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiária no site Gazeta Online/CBN Vitória. Em 2008, passou a atuar como repórter da rádio. Em 2012, migrou para a editoria de Política de A Gazeta, tambem como repórter. Exerceu a função de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Letícia Goncalves.

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