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Eleições 2022

Michelle Bolsonaro e Damares vêm ao ES para campanha de Manato

Primeira-dama tem sido peça chave no segundo turno

Publicado em 17 de Outubro de 2022 às 14:22

Públicado em 

17 out 2022 às 14:22
Letícia Gonçalves

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Letícia Gonçalves

lgoncalves@redegazeta.com.br

Damares Alves e Michelle Bolsonaro, durante a campanha da ex-ministra pelo cargo de senadora pelo DF
Damares Alves e Michelle Bolsonaro, durante a campanha da ex-ministra pelo cargo de senadora pelo DF Crédito: Reprodução/ @damaresalvesoficial1
A primeira-dama Michelle Bolsonaro e a senadora eleita pelo Distrito Federal Damares Alves (Republicanos) vêm ao Espírito Santo na próxima sexta-feira (21). Elas participam de um evento da campanha de Manato (PL), que disputa o governo no segundo turno contra Renato Casagrande (PSB), entre 8h e 10h, no Espaço Patrick Ribeiro, anexo ao Aeroporto de Vitória.
Michelle esteve em Vitória em julho acompanhando o presidente Jair Bolsonaro (PL). Ela tem sido presença constante na campanha do marido, que precisa conquistar mais votos entre as mulheres.
A primeira-dama repete no palanque que a eleição é uma “guerra espiritual”. “Não estamos lutando contra pessoas, estamos lutando contra espíritos do mal”, afirmou, em julho, de cima de um trio elétrico na Praça do Papa.
Bolsonaro tem vantagem entre eleitores evangélicos. Entre os católicos, Lula (PT) é o preferido.
Damares, por sua vez, ganhou holofotes ao falar, em um culto repleto de crianças, que pedófilos arrancam dentes de crianças para a prática de sexo oral. Ela não apresentou provas de tal fato.
O Ministério Público do Pará pediu esclarecimentos ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direito Humanos, que era comandado por Damares, sobre os possíveis crimes de violência sexual contra crianças na Ilha de Marajó relatados pela senadora eleita.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiária no site Gazeta Online/CBN Vitória. Em 2008, passou a atuar como repórter da rádio. Em 2012, migrou para a editoria de Política de A Gazeta, tambem como repórter. Exerceu a função de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Letícia Goncalves.

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