A federação declarou apoio a Ricardo e a Casagrande com a expectativa de que teria um lugar na chapa majoritária (vice ou Senado).
Ricardo não cravou isso, mas deu sinais públicos ao afirmar que os novos aliados têm "tamanho" para ocupar o espaço e seriam protagonistas na eleição.
O presidente da União Progressista, deputado federal Da Vitória (PP ), entretanto, decidiu não disputar o Senado e não indicar mais ninguém para o posto.
Mas, para vice, sim.
Dessa forma, vários nomes foram sugeridos: os deputados federais Amaro Neto (PP) e Messias Donato (União Brasil), o vereador de Vitória Camillo Neves (PP); o empresário Rodolfo Mai (PP) e a ex-servidora da Assembleia Legislativa Joelma Costalonga (União).
Na prática, os deputados federais não estão realmente "para jogo". A federação não quer desfalcar a chapa de candidatos a federal. Messias e Amaro vão disputar a reeleição.
Os demais nomes, na avaliação de aliados que não integram o PP nem o União, não têm a densidade eleitoral necessária.
Traduzindo: não teriam votos suficientes, principalmente na Grande Vitória, onde Ricardo mais precisa.
Por isso, alguns prefeitos, como Enivaldo e Euclério, tentam carimbar Vidigal na vice.
Casagrande, principal aliado de Ricardo, não expressou preferência por nenhum dos nomes.
O Podemos também está no páreo, com o ex-comandante da Polícia Militar Douglas Caus, a ex-prefeita de Vitória Capitã Estéfane, o jornalista Philipe Lemos e o vereador de Vila Velha Renzo Mendes.