Carlos Roberto Mariano, mais conhecido como Betinho, é um árbitro capixaba que fez parte dos quadros de arbitragem da Federação de Futebol do Espírito Santo (FES) e da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nos anos 90. Profissional respeitado pelos colegas e pelos jogadores, de grande qualidade técnica, é homossexual e fez muito sucesso nos gramados por onde trabalhou.
Betinho sempre morou em Colatina, onde é professor de história do quadro da rede municipal, e nesta segunda-feira (28), Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Pessoas Intersexo), nos fala sobre sua vida, carreira e sua postura diante de uma causa tão importante.
O técnico Cuca, do Atlético-MG, protagonizou um show circense após a derrota do Galo para o Ceará na última quinta-feira (24), em partida válida pela 6ª rodada da Série A do brasileirão. O Atlético sofreu o gol que decretou sua derrota já nos acréscimos do segundo tempo, em uma falha clamorosa do goleiro Éverson. Quando o árbitro Leandro Vuaden (RS) terminou a partida, o chiliquento treinador invadiu o campo de jogo e partiu pra cima, chamando o juiz de “vagabundo”, “gaveteiro”, que iria “dar uns tapas na cara dele” e ainda citou a esposa do árbitro nas ofensas, sendo tudo isso relatado na súmula. A expectativa é que, dessa vez, haja uma punição exemplar para a lamentável atitude de mais um treinador brasileiro.
Pela 7ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, o Botafogo perdeu por 2 a 0 para o Sampaio Corrêa (MA), mas aos 9 minutos do segundo tempo, quando o placar ainda estava 1 a 0 para o time maranhense, o jogador Ronald chutou a bola dentro da área, e o goleiro Mota defendeu depois que a bola já havia cruzado a linha de gol. Nem o árbitro Jean Pierre Gonçalves Lima (RS), nem o assistente 2 Maurício Coelho Silva Penna viram a bola entrando. Houve muita reclamação do Botafogo, mas a arbitragem errou e marcou escanteio. O pior é que nem reclamar os dirigentes podem, pois foram eles que não quiseram o VAR na Série B.
O jogo da Seleção Brasileira pela Copa América contra o Equador teve poucas faltas (17) e apenas um cartão amarelo. Também teve pouco futebol: apenas três chutes a gol do time brasileiro. O resultado não poderia ser outro além de um empate magrinho em 1 a 1.
Mais uma comparação entre o uso do VAR no Brasil e na Europa. No jogo entre Holanda e República Theca foram necessários 40 segundos para o árbitro definir um lance de impedimento. No Campeonato Brasileiro, um árbitro ficou incríveis 4 minutos para verificar o mesmo tipo de jogada.