O canibal e mais 7 pacientes considerados casos críticos — entre eles um homicida e um agressor sexual — vão permanecer internados na Unidade de Custódia e Tratamento Psiquiátrico (UCTP) do Espírito Santo. O que muda é que o espaço deixará de ser um manicômio judiciário, vai receber uma reforma para perder elementos de unidade prisional, e será transferido para a gestão da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), se transformando em uma unidade voltada ao tratamento de saúde mental. E deve receber um outro nome. As mudanças foram aprovadas em reunião no Palácio Anchieta após meses de debates. Participaram o governador Renato Casagrande; o desembargador Eder Pontes, que conduz os trabalhos que envolvem o fechamento do manicômio; entre outros representantes do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) e das secretarias de Estado da Justiça, da Saúde e de Ação Social. Com a decisão, vão permanecer internados no espaço não só o canibal, e 7 pacientes considerados casos críticos ao convívio social — incluindo um homicida e um agressor sexual —, mas ainda outros que ainda não foram desinternados por motivos variados. Ouça detalhes na participação da comentarista Vilmara Fernandes.
CBN - JUSTIÇA, SEGURANÇA E CIDADANIA - 28-08-24.mp3