Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Condições perfeitas para a volatilidade em ano eleitoral
Economia

Condições perfeitas para a volatilidade em ano eleitoral

É preciso estar atento aos fatores de instabilidade, como indefinição eleitoral e lenta recuperação econômica

Publicado em 21 de Junho de 2018 às 20:35

Públicado em 

21 jun 2018 às 20:35

Colunista

Atraso na aprovação da reforma da Previdência gera incertezas no mercado
Eduardo Araujo*
A proximidade das eleições faz crescer a volatilidade do mercado financeiro. A polarização da disputa presidencial e a baixa intenção de votos de candidatos de centro devem ditar o comportamento dos agentes econômicos nos próximos meses.
Por volatilidade entenda como uma estatística usada para se medir a intensidade das oscilações de ativos financeiros. Vulgarmente diz-se que os mercados estão mais “nervosos” ou “calmos” conforme o ritmo das flutuações da Bolsa.
Os dados do Ibovespa sugerem que a volatilidade pode até triplicar na disputa eleitoral. Pelo histórico da última eleição, a flutuação cresce após a Copa do Mundo e só volta a cair em novembro.
Como o futuro não é repetição do passado, é preciso estar atento aos fatores de instabilidade deste ano. Pesa o fato de que, a quatro meses das eleições, sete em cada dez brasileiros ainda não escolheram um candidato à Presidência.
Deve-se considerar também: previsão de crescimento econômico menor, alta de juros americanos, indefinição sobre reforma da Previdência e a possibilidade de mudanças na regra do teto do gasto público no próximo ano
A última pesquisa espontânea do Datafolha indica que 46% ainda não sabem em quem votar e 23% dos eleitores dizem que votarão em branco/nulo/nenhum. Nota-se também que os candidatos de centro, preferidos pelo mercado, seguem com baixa intenção de votos.
Deve-se considerar também: previsão de crescimento econômico menor, alta de juros americanos, indefinição sobre reforma da Previdência e a possibilidade de mudanças na regra do teto do gasto público no próximo ano.
Para quem está disposto a se arriscar é claro que podem surgir oportunidades de compra de ativos desvalorizados. Além disso, os fundos cambiais também podem trazer ganhos para quem aposta em alta do dólar.
Mas para quem é conservador interessam os produtos de renda fixa. E nas corretoras de valores é possível encontrar CDB´s prefixados que pagam até 13% ao ano e letras de Câmbio com remuneração de 130% do CDI. São produtos com garantia do Fundo Garantidor de Créditos.
Diversificar aplicações com ajuda de profissionais autônomos pode ser uma boa estratégia para ampliar os ganhos e, ao mesmo tempo, se proteger nesse ambiente de incertezas.
 *O autor é vice-presidente do Corecon-ES
 

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem BBC Brasil
Terremotos na Venezuela: a jovem que se recusa a abandonar os escombros onde estão os corpos de seus familiares
Flávio Bolsonaro e Lorenzo Pazolini se abraçam em evento do PL em Vitória (18/07/2026)
Chapa Bolsolini formada: o que Pazolini ganha a partir do abraço em Flávio Bolsonaro
Imagem de destaque
Escassez de combustível afeta a Rússia, mas será suficiente para fazer Putin mudar de estratégia na Ucrânia?

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados