Sair
Assine
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Bolsonaro cogita mandar Pazuello para o PPI, que cuida de privatizações
Dança das cadeiras

Bolsonaro cogita mandar Pazuello para o PPI, que cuida de privatizações

Presidente quer dar a Pazuello - criticado e investigado pela atuação no Ministério da Saúde durante a pandemia - uma saída honrosa

Publicado em 23 de Março de 2021 às 15:12

Agência FolhaPress

Publicado em 

23 mar 2021 às 15:12
O presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia para sanção dos projetos de lei que ampliam a aquisição de vacinas pelo Governo Federal.
O presidente da república, Jair Bolsonaro, acompanhado do ministro da saúde, Eduardo Pazuello ,durante cerimônia para sanção dos projetos de lei que ampliam a aquisição de vacinas pelo Governo Federal. Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil
presidente Jair Bolsonaro avalia indicar o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, para chefiar o PPI (Programa de Parcerias e Investimentos), órgão responsável por supervisionar os processos de privatizações do governo federal.
Com isso, Bolsonaro quer dar a Pazuello - criticado e investigado pela atuação no Ministério da Saúde durante a pandemia - uma saída honrosa para seu auxiliar. O novo ministro Marcelo Queiroga tomou posse nesta terça-feira (23).
Em entrevista à coluna Painel, o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), afirmou que a demora na efetivação da troca é "um erro do governo". "Deveria ter tomado posse na semana passada, espero que isso se resolva amanhã (23)", declarou.
O PPI hoje está sob o guarda-chuva do ministro da Economia, Paulo Guedes. A ida de Pazuello deve coincidir com a transferência do programa de privatizações para a Secretaria-Geral, do ministro Onyx Lorenzoni (DEM) - numa nova derrota para Guedes.
 Onyx já teve o programa sob sua supervisão quando ele esteve vinculado à Casa Civil.
A demora na posse de Queiroga levou ainda líderes do bloco do centrão a retomar, desde o final de semana, pressão para emplacar um outro nome na pasta. Segundo relatos feito ao jornal Folha de S.Paulo, integrantes do grupo partidário chegaram a sugerir a ministros palacianos que repensassem as indicações dos deputados federais Luiz Antonio Teixeira Jr. (PP-RJ), o "Doutor Luizinho", e Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara.
Em conversas reservadas, contudo, Bolsonaro tem insistido na necessidade de que a pasta seja conduzida por um nome técnico, de preferência um médico, na tentativa de inaugurar o que ele tem chamado de uma nova fase da gestão no combate à pandemia.
Mas o entorno do presidente não exclui a possibilidade de uma mudança ser efetivada caso Queiroga não consiga se desincompatibilizar em breve das empresas das quais é sócio.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

As eleições presidenciais continuam em aberto: cadê a terceira via?
Aniversário de 80 anos de Nelson Ferlin
Nelson Ferlin celebra 80 anos com festa em família em Vila Velha
Unidade da Audionova inaugurada em 2024 em São Paulo
Multinacional suíça anuncia compra de empresa capixaba

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados