Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • economia
  • Motta anuncia que iniciará tramitação de PEC que acaba com escala 6x1
Jornada de trabalho

Motta anuncia que iniciará tramitação de PEC que acaba com escala 6x1

Presidente da Câmara diz que "o mundo avançou" e que "o Brasil não pode ficar para trás"; proposta é uma das prioridades do governo Lula mirando a reeleição
Agência FolhaPress

Publicado em 

09 fev 2026 às 15:50

Publicado em 09 de Fevereiro de 2026 às 18:50

BRASÍLIA - O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta segunda-feira (9) que encaminhou a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que acaba com a jornada de trabalho 6x1 (6 dias de trabalho e um de descanso) para a CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania).
Segundo Motta, depois de passar pela CCJ, que analisa a constitucionalidade das propostas, será criada uma comissão especial na Casa para debater o texto. O deputado afirmou que "todos os setores" serão ouvidos "com equilíbrio e responsabilidade para entregar a melhor lei para os brasileiros".
"O mundo avançou, principalmente na área tecnológica, e o Brasil não pode ficar para trás", escreveu Motta em publicação no X (ex-Twitter).
Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados
Hugo Motta encaminhou a PEC que acaba com a jornada de trabalho 6x1 à CCJ Crédito: Marina Ramos/Agência Câmara
O texto que prevê o fim da 6x1 que será analisado pelos deputados é a PEC apresentada por Erika Hilton (PSOL-SP), a qual foi apensada a proposta de Reginaldo Lopes (PT-MG).
A PEC de Lopes, assim como a de Erika, altera o artigo 7º da Constituição, criando a jornada máxima de 36 horas semanais, que podem ser distribuídas ao longo da semana como o empregador achar melhor. Por dia, o limite de trabalho é de oito horas.
Os trabalhadores poderão ter jornada de 5x2, segundo a PEC de Lopes, em setores como o de bancos, por exemplo, trabalhando sete horas diárias. Na de Érika, no entanto, são quatro dias de trabalho.
O presidente da Câmara ainda defendeu, em comunicado divulgado pela assessoria de imprensa, a construção de uma proposta "o mais justa possível" e declarou que, quando a carteira de trabalho foi criada, "também fizeram péssimas projeções".
"Não tenho dúvidas que a escala 6x1, vindo a ser discutida e diminuída essa jornada de trabalho, nós vamos dar um passo firme na dignidade do trabalhador promovendo mais qualidade de vida e respeito a essas pessoas que movem o nosso país", afirmou.
O fim da escala 6x1 é uma das prioridades para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O tema deve ser explorado pela gestão, mirando a reeleição do petista em outubro. O Planalto acredita que a proposta tem forte apelo popular.
Como mostrou a Folha em janeiro, o governo Lula busca aproveitar a reaproximação com Motta para convencê-lo a impulsionar projeto que acaba com esse regime de trabalho.
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Solange Couto e Alberto Cowboy deixam rivalidade de lado para criticar Ana Paula
Imagem de destaque
Babu e Milena tomam chamada da produção após tramarem contra rivais
Imagem de destaque
Como Vitória reduziu em mais de 50% os crimes violentos?

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados