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2ª etapa

Regulamentação da reforma tributária é aprovada pelo Senado

Projeto tem o objetivo de criar regras para o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços; senadores rejeitam destaque pedido pela indústria automotiva
Estadão Conteúdo

Publicado em 

01 out 2025 às 12:26

Publicado em 01 de Outubro de 2025 às 15:26

BRASÍLIA - O plenário do Senado aprovou na noite dE terça-feira (30), por 51 a 10 — além de uma abstenção —, o texto-base do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, segunda etapa para regulamentar a reforma tributária. Eram necessários ao menos 41 votos favoráveis. Os senadores rejeitaram, por 33 a 27, um destaque articulado pela indústria automotiva. O texto agora retornará para nova análise da Câmara.
O projeto tem o objetivo de criar regras para o Comitê Gestor do IBS, responsável por arrecadar e distribuir o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) — novo imposto de Estados e municípios —, e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) — de competência federal. Eles passarão a ser os principais tributos a incidir sobre o consumo no País a partir de 2027 - com uma fase de teste já em 2026.

Carros

O destaque foi apresentado pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG), para criar um teto de 5% do Imposto Seletivo (IS), conhecido como "imposto do pecado" — aplicado sobre produtos e serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao ambiente —, para o setor automotivo. A proposta foi articulada pela Anfavea, associação das fabricantes, e representantes do setor.
O texto do Senado traz ainda uma série de mudanças em relação ao aprovado pela Câmara: adiciona novas regras para o "imposto da herança", regulamenta a tributação de fundos de investimentos e patrimoniais e equipara taxistas, mototaxistas e caminhoneiros autônomos (fretistas) aos motoristas de aplicativos como "nanoempreendedores". Tributação sobre bebidas açucaradas foi alterada.
O projeto amplia a isenção de IBS e CBS sobre carros adaptados a pessoas com deficiência. A isenção foi de R$ 70 mil para R$ 100 mil a veículos de até R$ 200 mil, após acordo e a pedido da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP).
O relator do projeto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), afirmou ter acatado quase 300 emendas. Braga acolheu mudança em seu relatório para adiantar a entrada da nafta que vai para a gasolina no regime monofásico - quando a tributação é feita na hora da importação. Inicialmente, a cobrança monofásica de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o produto estava prevista para ser realizada a partir de 2033. Com a mudança, começará em 2026.
Também houve redução da carga tributária para as Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs). Uma das mudanças foi baixar de 4% para 3% a alíquota de tributos federais unificados que recairá sobre prêmios e programas de sócio-torcedor e a cessão de direitos de imagem.
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