Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Subutilização da força de trabalho bate recorde no primeiro trimestre
IBGE

Subutilização da força de trabalho bate recorde no primeiro trimestre

É o maior índice desde o início da série histórica da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) Contínua, iniciada em 2012. Na comparação com o trimestre encerrado em dezembro, houve alta de 5,6%, ou 1,5 milhão de pessoas

Publicado em 30 de Abril de 2019 às 13:50

Publicado em 

30 abr 2019 às 13:50
O número de pessoas desalentadas, que desistiram de procurar emprego, cresceu 3,9% no trimestre, chegando a 4,8 milhões Crédito: Fábio Vicentini/Arquivo
A taxa de subutilização da força de trabalho brasileira bateu recorde no primeiro trimestre de 2019. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), chegando a 25%. Isso significa que 28,3 milhões de brasileiros não trabalharam ou trabalharam menos do que gostariam no período.
É o maior índice desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad)  Contínua, iniciada em 2012. Na comparação com o trimestre encerrado em dezembro, houve alta de 5,6%, ou 1,5 milhão de pessoas.
No primeiro trimestre sob o governo Jair Bolsonaro, a taxa de desemprego no país foi de 12,7%, alta de 10,2% com relação ao trimestre encerrado em dezembro. Ao todo, 13,4 milhões de brasileiros procuraram emprego no período.
Nos últimos três meses, segundo o IBGE, 1,2 milhão de pessoas a mais passaram a procurar emprego no país. Com relação ao mesmo trimestre de 2018, quando a taxa de desemprego estava em 13,1%, houve estabilidade, segundo entende o IBGE.
O número de pessoas desalentadas, que desistiram de procurar emprego, cresceu 3,9% no trimestre, chegando a 4,8 milhões. A taxa de desalentados, de 4,4%, também foi recorde no trimestre.
No início do mês, Bolsonaro questionou a metodologia da pesquisa, que considera desempregado a pessoa que procurou emprego no período em análise. "É uma coisa que não mede a realidade", disse o presidente.
Na ocasião, o IBGE respondeu que a metodologia segue recomendações da Organização Internacional do Trabalho (OIT). As críticas geraram no mercado preocupações sobre possível intervenção política no órgão. 
A renda do trabalhador se mantem estável desde o segundo trimestre de 2017. Segundo o IBGE, o trabalhador brasileiro teve renda média de R$ 2,291 nos primeiros três meses de 2019. 

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada ao local
Motociclista morre após bater de frente com carreta na BR 262
Lourival Carvalho Santos Junior, de 24 anos, morreu em um acidente debaixo do viaduto de Carapina
Motociclista morre após acidente com ônibus do Transcol na Serra
Imagem de destaque
Veículos são incendiados em pátio da Secretaria de Educação de São Mateus

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados