Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Visitamos um navio-plataforma e vimos de perto a retirada de petróleo no mar
Confira no vídeo

Visitamos um navio-plataforma e vimos de perto a retirada de petróleo no mar

Reportagem de A Gazeta visitou as instalações da FPSO Anna Nery, no Rio de Janeiro, e conheceu os detalhes de como ocorre a produção do petróleo

Publicado em 26 de Dezembro de 2023 às 17:10

Vinicius Zagoto

Publicado em 

26 dez 2023 às 17:10
A exploração de petróleo e gás no país passa por transformações e uma das propostas é se tornar mais sustentável. A Petrobras, por exemplo, tem investido em navios-plataformas, que produzem mais barris por dia e emitem menos gases poluentes. A convite da empresa, a reportagem de A Gazeta visitou um deles, em Macaé, no Rio de Janeiro, e conheceu como ocorre a retirada da matéria-prima do mar e o processamento feito na nova estrutura. Veja no vídeo acima. 
A FPSO Anna Nery — da sigla em inglês Floating Production Storage and Offloading que, em português, significa Unidade Flutuante de Armazenamento e Transferência — é a primeira totalmente elétrica do Campo de Marlim, na Bacia de Campos, e completou um ano de operação. O navio-plataforma está a cerca de 100 quilômetros da costa do norte fluminense, sendo necessário o uso de helicóptero para acessá-lo.
Para chegar até a plataforma, foi necessário pegar um voo de Vitória até a cidade do Rio de Janeiro, duas horas e meia de estrada até Macaé, e uma hora de voo de helicóptero, tudo custeado pela Petrobras. 
São 354 metros de comprimento por 58 metros de largura, área equivalente a três campos de futebol. Só o casco tem mais de 31 metros de altura. E o flare (torre por onde o gás excedente é queimado) mede 120 metros, 50 a mais que a Terceira Ponte, só para estabelecer uma referência. O peso total é de 257,8 mil toneladas, mais que cinco mil carretas carregadas.
A plataforma produz 45 mil barris de petróleo por dia, mas tem a capacidade de produzir 70 mil e comprimir 4 milhões de m³ de gás. Podem ser armazenados até 1 milhão de barris de petróleo, mesmo volume de 84 piscinas olímpicas.
Por serem totalmente elétricas, as plataformas vão reduzir em 50% a emissão de gases de efeito estufa no Campo de Marlim. Somente na FPSO Anna Nery, a geração de energia chega a 110 megawatts, suficiente para uma cidade de 390 mil habitantes. Seria possível iluminar uma cidade inteira como Vitória.
Confira abaixo fotos da visita ao navio-plataforma. 

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Vista de Itarana
Polícia Militar, Itarana e Vitória: 28 mil vagas em concursos e seleções
SML de Linhares, no Norte do ES
Professor morre após acidente entre duas motocicletas em São Mateus
Perspectiva do Porto da Imetame em Aracruz
Portos brasileiros ampliam capacidade para exportar petróleo do pré-sal

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados