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Covid e outras doenças

Cai número de crianças internadas em UTI do Hospital Infantil de Cachoeiro

Durante o mês de março deste ano, 70 crianças e adolescentes passaram pela UTI do Hospital Infantil Francisco de Assis, em Cachoeiro. Já nos primeiros 14 dias de abril, oito precisaram de atendimento

Publicado em 15 de Abril de 2021 às 13:23

Bruna Hemerly

Publicado em 

15 abr 2021 às 13:23
Cai o número de internação na UTI infantil em Cachoeiro
Cai o número de internação na UTI infantil em Cachoeiro Crédito: Luiz Gonçalves/TV Gazeta Sul
Uma notícia renova a esperança de pais, mães e responsáveis por crianças e adolescentes no Sul do Espírito Santo. O número de internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Infantil Francisco de Assis, em Cachoeiro de Itapemirim, reduziu significativamente, neste mês de abril.
Segundo dados do hospital, que é referência para atendimento de Covid-19 para crianças e adolescentes na Região Sul, durante o mês de março deste ano foi registrado um número recorde de atendimento. Setenta crianças precisaram de leitos de UTI com sintomas gripais fortes e, 30 delas, positivaram para Covid-19.
Agora, nos primeiros 14 dias de abril, o hospital detectou uma redução considerável dos casos graves de sintomas gripais. Apenas oito crianças precisaram ir para a UTI e nenhuma delas estava com Covid-19.
Na manhã desta quinta-feira (15), todos os 10 leitos de UTI para atendimento dos sintomas gripais estavam disponíveis, o que não acontecia há algum tempo, segundo o hospital. 
“A gente observou uma redução importante dos casos respiratórios graves. E a gente acha que isso é reflexo das medidas mais rigorosas de distanciamento e fechamento das escolas. A gente sofreu no mês de março com verão e o carnaval, e as aberturas das escolas, por isso, a gente acredita que essas medidas rigorosas foram importantes para diminuir a contaminação da população pediátrica”, explicou a pediatra Ingrid Giuliani.
A médica ressaltou que os casos mais graves foram em bebês menores de um ano. “A gravidade é maior nos pacientes menores de um ano, como recém-nascidos, que são mais suscetíveis, não estão com todas as vacinas, não utilizam máscaras”, concluiu a pediatra.

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