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Região Serrana

Caso de meningite meningocócica mobiliza secretaria de Saúde de Domingos Martins

Criança de 9 anos teve contato com cerca de 40 pessoas antes de apresentar os primeiros sintomas; pais não sabiam que menor estava doente. Sesa monitora o caso
Carol Leal

Publicado em 

09 abr 2025 às 19:23

Publicado em 09 de Abril de 2025 às 19:23

Um caso de meningite meningocócica mobilizou a vigilância sanitária de Domingos Martins, cidade na Região Serrana do Espírito Santo. De acordo com a Secretaria municipal de Saúde, na sexta-feira (4), a criança esteve em uma igreja e também em uma festa de aniversário, onde teve contato com cerca de 40 pessoas. A família ainda não sabia que o menino estava infectado até que os primeiros sintomas aparecessem e o atendimento médico fosse procurado, ainda na sexta-feira.
Todas as pessoas que tiveram contato com a criança foram procuradas pela Vigilância Sanitária do município para serem instruídas a tomar antibióticos para a prevenir a contaminação, e até o momento, não há outros casos da doença registrados na cidade. A escola onde a criança estuda, localizada em Marechal Floriano, também na Região Serrana, também foi alertada pela vigilância.
Após dar entrada em um hospital municipal, o menor foi transferido para um hospital particular em Vitória, onde segue internado e reage bem ao tratamento, que está sendo realizado com medicamentos fornecidos pela Secretaria de Estado de Saúde do Espírito Santo. Procurada pela Rede Gazeta, a Sesa não respondeu até a publicação desta matéria. O texto será atualizado.

Doença contagiosa

A meningite meningocócica, ou meningite tipo C, é causada pela bactéria Neisseria meningitidis, sendo mais comum em crianças menores de 5 anos. A transmissão ocorre por meio do contato com secreções de pessoas infectadas, sendo o período de incubação de 2 a 10 dias.
Os principais sintomas incluem febre, dor de cabeça, rigidez de nuca e manchas na pele. O tratamento é feito com antibióticos e a prevenção é feita por meio da vacinação, com doses aos 3, 5 e 12 meses, além de reforço até os 4 anos e indicação para adolescentes de 12 a 13 anos. Entretanto, mesmo com o esquema vacinal completo, em casos de exposição pode ser necessário administrar o uso de antibióticos como profilaxia.

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