Nos primeiros dias em que o incêndio começou, o Corpo de Bombeiros informou que um laudo, emitido em até 40 dias, detalharia as causas. A reportagem procurou a corporação em novembro, dezembro e janeiro. Nas três vezes, recebeu a mesma resposta. Na última terça-feira (24), um pedido de fonte para conversar sobre o assunto também não foi atendido.
Na mesma semana, o fogo foi controlado – o que não significou, no entanto, que ele já não existia. Segundo avaliação de profissionais que trabalhavam no local, a área afetada não aumentava, mas o desafio era apagar o trecho que já estava em chamas. O incêndio foi considerado extinto em 26 de outubro.
As imagens dos dois primeiros dias de destruição registraram a fumaça se espalhando, inclusive pela Rodovia do Sol, local de grande movimentação de veículos. Semanas depois, novas fotografias feitas por lá mostravam o solo, que antes era verde, na cor cinza.
Após o início do incêndio, uma das primeiras medidas foi o fechamento do Parque Estadual Paulo César Vinha para a visitação. Depois de o fogo ter consumido mais de 1/3 da área total,
o local foi reaberto em novembro. Ele está aberto todos os dias, das 8h às 17h. A entrada é gratuita.