Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Coronavírus

ES terá vacinação de reforço contra a Covid-19 em 2022

O secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, também prevê a possibilidade da entrada da imunização contra o coronavírus como permanente no calendário vacinal. Entenda

Publicado em 08 de Novembro de 2021 às 12:37

Emanuel Vargas da Silva

Publicado em 

08 nov 2021 às 12:37
Com mais de 2 milhões de pessoas vacinadas contra a Covid-19 até o momento, o governo do Espírito Santo já planeja a estratégia de imunização para o próximo ano.
De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, a aplicação de uma dose de reforço já é certa em 2022 e deve acontecer com todos que já se vacinaram.
"A vacinação de reforço para o próximo ano já é uma certeza"
Nésio Fernandes - Secretário de Estado da Saúde
Além de confirmar a aplicação da dose de reforço contra a Covid-19 em 2022, o secretário prevê a possibilidade da entrada da imunização contra o coronavírus como permanente no calendário vacinal. 
Vacinação
O secretário Nésio Fernandes esteve em um local de vacinação no Dia D e aplicou uma dose da vacina contra a Covid-19 Crédito: Divulgação/Sesa
"A vacinação de reforço para os anos seguintes será objeto de estudo e investigação ao longo de 2022. Precisamos de estudos que subsidiem a decisão de ter um reforço universal para todo mundo em todos os anos", explicou.
Em setembro, A Gazeta mostrou que o Estado já fez a reserva de quatro milhões da vacina Butanvac, ainda em fase de testes pelo Instituto Butantan, já visando a vacinação no ano de 2022.
Sobre o futuro da Covid-19, Nésio Fernandes salientou que a sociedade está caminhando para acompanhar um comportamento de saída da pandemia.
"Nós não devemos ter, com as características atuais conhecidas da doença e com o resultado de efetividade apresentado pelas vacinas, o risco de termos novas grandes ondas"
Nésio Fernandes - Secretário de Estado da Saúde
Ele complementa: "Então, a pandemia não terá mais um comportamento de desastre epidemiológico, ela não terá mais um comportamento que coloca em risco não só o sistema de saúde, mas a vida das pessoas, a economia inteira e as instituições. Nós caminhamos para ter um comportamento endêmico da doença", disse.
Uma endemia ocorre quando uma doença infecciosa é recorrente na região, mas não há um aumento significativo no número de casos e a população convive com ela. A dengue, por exemplo, tem caráter endêmico no Brasil, porque ocorre durante o verão em certas regiões.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Vista de Itarana
Polícia Militar, Itarana e Vitória: 28 mil vagas em concursos e seleções
SML de Linhares, no Norte do ES
Professor morre após acidente entre duas motocicletas em São Mateus
Perspectiva do Porto da Imetame em Aracruz
Portos brasileiros ampliam capacidade para exportar petróleo do pré-sal

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados