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Com recursos de acordo

ES vai comprar helicóptero para operações na região do Rio Doce

Aeronave será utilizada em ações de monitoramento nos municípios impactados pelo desastre ambiental de Mariana (MG), ocorrido em 2015

Publicado em 23 de Outubro de 2025 às 12:49

Vinicius Zagoto

Publicado em 

23 out 2025 às 12:49
Custo estimado do helicóptero é de R$ 33 milhões e expectativa é que a aeronave seja entregue em 2026 Crédito: Governo do ES
Além dos investimentos em saneamento, recuperação ambiental e obras de infraestrutura nas cidades capixabas impactadas pelo desastre de Mariana (MG), em 2015, o governo do Espírito Santo, vai adquirir um helicóptero por meio de recursos do Novo Acordo do Rio Doce. A expectativa é que a aeronave custe R$ 33 milhões e seja entregue no primeiro semestre de 2026.
A aeronave vai atuar em ocorrências ao longo de toda a extensão do Rio Doce em território capixaba, além de realizar, em parceria com o governo federal, o monitoramento e a fiscalização ambiental da região marinha do Espírito Santo, na foz do rio, também afetada pelo desastre.
Além das ações de fiscalização, o helicóptero poderá atender, em conjunto com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), ocorrências de transporte de órgãos e tecidos para transplantes, remoção de pacientes e resgate em acidentes nas rodovias que cortam os municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Doce, além de outras demandas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Como parte do planejamento das Secretarias da Casa Militar (SCM) e de Recuperação do Rio Doce (Serd), foi firmado um termo de cooperação e descentralização de recursos para a aquisição de um helicóptero, que será utilizado em ações de fiscalização e monitoramento ambiental.
O termo atende aos requisitos do Anexo 12 do Novo Acordo Rio Doce, que prevê a reforma, modernização, equipagem e melhorias logísticas das estruturas físicas e dos serviços da administração pública.
No Espírito Santo, todas as aeronaves pertencem à frota do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (Notaer), administrada pela SCM. O trabalho de fiscalização e monitoramento ambiental será coordenado pela Polícia Militar Ambiental e contará com o apoio técnico do Corpo de Bombeiros Militar, da Defesa Civil, do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) e do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf).

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