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Casos de contaminação

Não há risco em frequentar Hospital Santa Rita nem o entorno, diz coordenadora

Carolina Salume garante que doença não se espalhou pela região onde fica a unidade e que não há evidência de transmissão de pessoa para pessoa
Vinicius Zagoto

Publicado em 

27 out 2025 às 10:55

Publicado em 27 de Outubro de 2025 às 13:55

Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) garantiu nesta segunda-feira (27) que não há risco de contaminação no entorno do Hospital Santa Rita de Cássia, no bairro Santa Cecilia, em Vitória, após serem confirmados 33 casos com suspeita de infecção na unidade hospitalar.
A explicação foi dada pela coordenadora de Controle de Infecção Hospitalar do Santa Rita, Carolina Salume, que garantiu que a doença não se espalhou pela região, diferentemente do que tem circulado em publicações nas redes sociais.
“A doença é restrita a um local do hospital, que é um setor de internação. Portanto, não há nenhuma recomendação, nenhum risco para a população que esteja no entorno do hospital. Isso é uma coisa muito importante para a gente falar, porque os nossos funcionários que usam da rede pública de transporte têm sentido que as pessoas estão meio que se afastando deles”, declarou Carolina, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (27).
Não há evidência de transmissão pessoa a pessoa, portanto não há nenhum risco em frequentar o hospital.
Carolina Salume - Coordenadora de Controle de Infecção Hospitalar do Santa Rita
Na coletiva desta segunda (27), o secretário de Estado da Saúde, Tyago Hoffmann, disse que todos os profissionais de saúde com suspeita de contaminação foram para casa sem saber que estavam infectados, e os familiares deles não apresentaram sintomas similares, o que reforça que não houve transmissão da doença. 
“Não houve nenhum caso de familiar de profissional do hospital que tenha sido contaminado até o presente momento”, informou.

Entenda o caso

A direção do Hospital Santa Rita informou que os casos de contaminação começaram a ser relatados pelos funcionários da área do setor oncológico no dia 19 de outubro, com sintomas parecidos aos de uma pneumonia. Desde então, a unidade, referência no tratamento de câncer no Espírito Santo, isolou todos os colaboradores infectados, realizou um processo de higienização e transferiu os pacientes imunodeprimidos para outra ala.
As autoridades de saúde ainda apuram a origem da infecção, que pode ser causada por bactéria ou fungo, e busca as causas prováveis, como falhas em sistemas de água ou ar-condicionado. Amostras foram coletadas e exames são realizados pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Estado do Espírito Santo (Lacen-ES) e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Rio dE Janeiro, para identificar as causas. A expectativa é de que os resultados saiam até o fim desta semana.
  • FUNCIONÁRIOS CONTAMINADOS: 33
  • Precisaram ser internados: 14 
  • Seguem internados na UTI:
  • Seguem internados em enfermaria: 3
  • ACOMPANHANTES EM INVESTIGAÇÃO 
  • Internados em enfermaria: 12
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