Sair
Assine
Entrar

Vacinação

Qual o prazo para tomar a quarta dose após ter Covid-19

Intervalo é necessário mesmo para casos assintomáticos, segundo a Sesa. Especialista explica que o período é para que a resposta imunológica aumente

Publicado em 20 de Junho de 2022 às 20:13

Vinícius Lodi

Publicado em 

20 jun 2022 às 20:13
Aplicação da dose de reforço da vacina contra Covid-19
Aplicação da dose de reforço da vacina contra Covid-19 Crédito: Elizabeth Nader / PMV
A ampliação do público-alvo para tomar a quarta dose da vacina contra a Covid-19, que desde a segunda-feira (20) alcançou as pessoas com mais de 30 anos, ocorre paralelamente ao aumento no número de casos da doença no Espírito Santo. O reforço é fundamental para o controle da infecção no Estado e também para evitar quadros graves, mas quem foi contaminado recentemente vai precisar esperar um pouco. 
Para quem não foi contaminado, o intervalo da terceira para a quarta dose é de 4 meses. Contudo, para quem teve o diagnóstico positivo, a recomendação é esperar 30 dias após os primeiros sintomas ou o resultado do teste (mesmo nos casos assintomáticos), segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa)
Esse prazo tem explicação. A infectologista Polyana Guerra diz que o corpo da pessoa infectada aumenta a produção de anticorpos, que defendem o organismo do vírus. Depois, no momento em que ocorre a queda dessa produção, a aplicação da vacina estimula novo aumento de anticorpos e reforça a proteção. 
“Com a doença, o nosso corpo tem o pico de anticorpos após 15 dias do início dos sintomas. O ideal é que se tome a vacina quando o pico comece a cair para gerar memória imunológica e, assim, melhorar a resposta do organismo. Isso acontece nesse período”, explica a médica.

PÚBLICO-ALVO

Além das pessoas com 30 anos ou mais, uma nota técnica da Sesa também estabelece vacinação de reforço para quem tem 18 anos ou mais e possui comorbidades ou faz parte de grupos prioritários. Esses grupos são:
  • Imunocomprometidos; 
  • pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; 
  • trabalhadores da saúde; 
  • trabalhadores da educação; 
  • forças de segurança e salvamento; 
  • forças armadas; 
  • população privada de liberdade; 
  • funcionários do sistema prisional;
  • caminhoneiros; 
  • motoristas de transporte coletivo; 
  • portuários.
A variante do coronavírus mais comum hoje no Estado é a Ômicron. Segundo o secretário de Saúde Nésio Fernandes, quem está com o esquema vacinal incompleto tem maior chance de adoecer e precisar de internação, correndo mais risco de morte. Por isso é importante estar com o cartão de vacinação em dia. 

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
O quanto da nossa personalidade é definida no momento em que nascemos?
Imagem de destaque
Técnica de enfermagem morre em acidente na Segunda Ponte
Delegacia Regional da Serra, onde caso foi registrado
Motorista sofre mal súbito, causa acidente e é agredido na Serra

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados