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Sem restrições

Cade aprova compra da UVV por fundo árabe; negócio está prestes a ser selado

Órgão deu aval para a aquisição da universidade capixaba pela Clariens Educação, empresa controlada pela Mubadala Capital, de Abu Dhabi

Publicado em 31 de Julho de 2026 às 16:16

André Cypreste

Publicado em 

31 jul 2026 às 16:16
Imagem do campus Boa Vista, da Universidade Vila Velha
Imagem do campus Boa Vista, da Universidade Vila Velha Foto UVV

A compra da Universidade Vila Velha (UVV) pela Clariens Educação, empresa controlada pela Mubadala Capital, recebeu aprovação sem restrições do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A decisão foi publicada nesta sexta-feira (31) e representa a última etapa regulatória para que a operação seja concluída. 


A aprovação consta em despacho publicado pelo Cade, após análise do ato de concentração protocolado pelas empresas no último dia 20 de julho. Conforme os documentos do processo, o negócio prevê a aquisição de 100% do capital da Sociedade Educação e Gestão de Excelência (Segex), mantenedora da UVV.


Em nota, a UVV informou que a aprovação representa uma importante etapa do processo de aquisição. A partir da próxima segunda-feira (3), inicia-se o prazo de 15 dias para que as partes transformem as premissas previamente estabelecidas entre elas em cláusulas do contrato definitivo de compra e venda.


Durante esse período, as partes darão continuidade às tratativas para a formalização da operação, observando os prazos e procedimentos previstos na legislação. Concluída essa etapa e não havendo qualquer entrave, o processo seguirá para a formalização do contrato definitivo.


Até a conclusão desse processo, a operação ainda não está formalizada.

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A venda não inclui a Faculdade UCL, localizada na Serra. Embora a universidade tenha adquirido a instituição em 2024, o presidente da mantenedora da UVV, José Luiz Dantas, afirmou que a unidade permanecerá sob controle da família.


Segundo Dantas, a negociação envolve apenas a UVV. A UCL continuará sendo administrada por ele e pela vice-presidente da mantenedora, Adriana Dantas.


Também não devem fazer parte da operação outros ativos ligados à universidade, como a UVV Highline, escola de educação executiva.

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