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Índice de maio

Inflação cai na Grande Vitória, mas conta do supermercado ainda pesa no bolso

IPCA na Grande Vitória teve alta de 0,32% em maio, enquanto no Brasil o índice subiu 0,58%; alimentação no domicílio teve alta de 1,32%, a maior entre os grupos analisados

Publicado em 12 de Junho de 2026 às 14:49

Leticia Orlandi

Publicado em 

12 jun 2026 às 14:49
Supermercado, mercado, comida, inflação dos alimentos
A alimentação no domicílio registrou variação de 1,32% na inflação de maio Pexels

A inflação calculada em maio no Espírito Santo foi de 0,32%. O índice registra queda em relação a abril (0,56%). Apesar da desaceleração, a conta do supermercado é o que está mais pesando no bolso do capixaba. A alimentação no domicílio subiu 1,32% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). 


Os resultados da inflação oficial do país foram divulgados, na manhã desta sexta-feira (12), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 


Em maio, a alimentação no domicílio registrou variação de 1,32%, com influência das altas da batata inglesa (48,22%), do mamão (11,55%) e da cebola (10,7%). 


“O aumento nesses itens se deve a questões de menor oferta e também, há influência do valor do frete por conta da alta dos combustíveis”, disse o gerente do IPCA, José Fernando Gonçalves. 


No lado das quedas, destacam-se inhame (-13,38%), ovo de galinha (-5,87%), couve (-4,16%) e café moído (-1,06%). Já o leite longa vida, que havia subido 14,87% em abril, teve alta de 4,16% em maio na Grande Vitória.


Entre as regiões estudadas, a Grande Vitória teve a segunda menor alta do índice, ficando atrás somente de Curitiba, que subiu 0,29%.

No geral, o grupo alimentação e bebidas teve a maior alta (1,25%) entre os apurados e, no acumulado do ano, já subiu 4,98%. Já a alimentação fora do domicílio subiu 0,85% em maio.


No Brasil, o IPCA chegou a 0,58%, índice que está 0,9 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada em abril. 


Com taxa de 1,33% e 0,29 ponto percentual de impacto, o grupo alimentos e bebidas respondeu por metade do resultado do mês, seguido de habitação, com 1,22% de variação, e 0,18 p.p. de impacto, e saúde e cuidados pessoais, cuja alta foi de 0,9% e impacto de 0,12 p.p. 


No acumulado do ano, o índice está na casa de 3,2%. Nos últimos 12 meses, a inflação já registra alta de 4,72%, segundo o IBGE.

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