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Tecnologia

Vale inicia testes de rede 4G para monitorar a ferrovia Vitória a Minas

Solução vai permitir que a mineradora tenha informações em tempo real da estrada de ferro e faz parte de um pacote de investimentos que prevê ainda veículos autônomos nas minas da empresa no Pará e em Minas Gerais

Publicado em 25 de Janeiro de 2021 às 18:28

Siumara Gonçalves

Publicado em 

25 jan 2021 às 18:28
Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Vitória a Minas Novo trem, implantado em 2014
Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Vitória a Minas Novo trem, implantado em 2014 Crédito: Gabriel Lordêllo/ Mosaico Imagem/ Agência Vale
Vale está investindo em tecnologia para ter informações em tempo real da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM). Os testes da rede no Espírito Santo serão iniciados já no primeiro trimestre deste ano. A previsão da companhia é de que até 2023 a maior parte da ferrovia esteja coberta pela nova rede.
De acordo com a empresa, está sendo implantada uma rede privada LTE (Long Term Evolution) de 250MHz em faixa de Serviço Limitado Privado (SLP) para atender à operação da EFVM. Essa tecnologia prioriza o tráfego de dados e é conhecida como 4G. O uso dela proporciona a implantação de uma rede de dados mais rápida e mais estável.
Em nota, a Vale explicou que a solução trará mais segurança e eficiência, na medida em que apoiará o maquinista com informações em tempo real sobre a via e ampliará as possibilidades de uso da telemetria. 
A implantação dessa rede é uma parceria com da mineradora com a empresa Trópico, fornecedora de Soluções Integradas de Tecnologia de Informação e Telecomunicações (TIC).
"A rede LTE também implementa várias camadas de segurança em sua arquitetura, o que a torna mais segura contra ataques cibernéticos comparando com outras opções no mercado", informou.
Ainda de acordo com a Vale, há ainda outro tipo de rede LTE sendo implantada em várias operações no Brasil em parceria com a Vivo para atender inicialmente aos veículos autônomos em Carajás (PA) e Brucutu (MG), monitoramento de barragens em Brucutu e Itabira (MG), além de várias aplicações de Internet das Coisas voltadas a segurança e a eficiência das operações.

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