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Educação no ES

Governo pretende criar faculdade estadual até 2021 no ES

O novo polo de ensino vai integrar os cursos de graduação e pós graduação existentes que são ofertados pelo Estado e também agregar novos cursos de educação à distância

Publicado em 02 de Setembro de 2019 às 17:35

Kaique Dias

Publicado em 

02 set 2019 às 17:35
Universidade estadual deve ser criada até 2021 Crédito: Sedu/Divulgação
O governo do Estado anunciou a criação de uma universidade estadual até 2021. A novidade está prevista no Plano Plurianual (PPA) 2020- 2023 anunciado em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (2) e enviado para análise e votação da Assembleia Legislativa (Ales) na sexta-feira (30).
Estão previstos R$ 74,4 bilhões de recursos para o PPA em quatro anos. Somente em investimentos, o planejamento é R$ 14,6 bilhões. Desse montante, R$ 7,64 serão com recursos de caixa; R$ 4,64 bilhões com valores provenientes de demais fontes e R$ 2,39 milhões de empresas públicas.
O secretário de Educação, Vitor Amorim de Angelo, disse que a Universidade Estadual do Espírito Santo pretende integrar os cursos de graduação e pós-graduação existentes que são ofertados pelo Estado, como os oferecidos pela Faculdade de Música do Espírito Santo (Fames), residência médica e formação de policial. Além disso, deve agregar novos cursos de educação à distância (EAD).
“Pretendemos integrar os cursos que são de responsabilidade de secretarias diferentes e pretendemos criar novos cursos a médio e longo prazo. Nesse momento estamos no projeto de estudo sobre a formatação jurídica da universidade, a ideia é concluir a estruturação até 2021”, disse.
O professor Vitor Amorim de Angelo é o secretário de Estado da Educação Crédito: Carlos Alberto Silva
DEMANDAS 
O secretário explicou que poderão ser abertos cursos de graduação e especialização. Os novos cursos devem ser voltados para atender as demandas do governo em relação aos desafios da educação básica, por exemplo, Pedagogia e Letras.
 “A criação de uma universidade Estadual é importante por diversos motivos. Primeiro porque somos um dos poucos Estados que não tem uma universidade estadual. Segundo por entender que a universidade permite ao Estado ter uma governança sobre algo que pode nos atender diretamente”, pontuou.
No entanto, ainda não foram divulgados se haverá um local físico, o número de vagas que abriria e quantos cursos novos seriam oferecidos.
 

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