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Roubo de dados

Golpes via SMS: as dicas para não ser enganado

O delegado titular da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC) deu uma série de dicas para que você não seja enganado pelos falsos SMSs que têm roubado dados de clientes. Os golpistas se passam por funcionários de agências bancárias

Publicado em 11 de Outubro de 2019 às 18:29

Bárbara Caldeiras

Publicado em 

11 out 2019 às 18:29
Golpes por SMS atingem principalmente clientes de banco Crédito: Pixabay
Há cerca de duas semanas, alguns clientes do Banestes foram surpreendidos com uma tentativa de golpe via SMS. Felizmente não houve a confirmação de vítimas, mas o caso é comum e acontece com frequência.
Para esclarecer a população sobre alguns cuidados importantes, o delegado Breno Andrade da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC) conversou com a Rádio CBN Vitória. Confira as dicas do Delegado.

ENGENHARIA SOCIAL

Por mais que existam muitas tecnologias para o roubo de dados o delegado destaca que, para os criminosos, é muito mais fácil fazer com que você clique em um link ou passe suas informações por meio de um cadastro do que, ele invadir seu dispositivo, seja ele um telefone ou computador.
Fique atento, analise objetivamente e pense antes de preencher qualquer dado mesmo que a página se pareça muito com a de seu banco, como é comum de acontecer. Em relação aos links a orientação é não clicar e nem mesmo preencher qualquer dado.

APLICATIVO

Caso você receba alguma mensagem o indicado é procurar também pelo aplicativo do próprio banco, se não houver nenhuma mensagem parecida pode ser um golpe. 

LINHA TELEFÔNICA OFICIAL DO BANCO

É comum que cada banco tenha um número oficial para o envio de informativos via SMS. Verifique no seu banco se há algum número padrão e deixe registrado no seu celular para não ser enganado por outros números parecidos. Isso pode ser confirmado na instituição bancaria ou, em alguns casos, até pelo próprio site.

ANTIVIRUS

A instalação de um antivírus no dispositivo também pode ajudar. Isso porque alguns deles possuem a capacidade de verificar se determinados links têm algum aplicativo malicioso ou não.

FUI VÍTIMA E AGORA?

Clicou em algum link ou preencheu algum formulário que não seja do seu banco? O primeiro passo é fazer um rastreamento do dispositivo e passar um antivírus utilizado para garantir que nenhum outro dado seja roubado. Depois procure a agência bancária para fazer a troca das senhas e, por fim, vá a uma delegacia fazer o registro do boletim de ocorrência para que a polícia possa dar segmento nas investigações.

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