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Operação Senhores da Guerra

Homem é preso em Guriri durante operação da Polícia Civil de MG

Preso comprou armas de um grupo criminoso de Governador Valadares; polícia investiga se ele integra a quadrilha especializada em venda ilegal de armamentos
Redação de A Gazeta

Publicado em 

18 ago 2025 às 21:08

Publicado em 19 de Agosto de 2025 às 00:08

Homem é preso em São Mateus durante a Operação Senhores da Guerra da Polícia Civil de Minas Gerais.
Diversas armas de diferentes calibres foram apreendidas com o suspeito  preso em Guriri  Crédito: Divulgação | PCMG
Um homem foi preso em Guriri, em São Mateus, no Norte do Espírito Santo, nesta segunda-feira (18) durante operação da Polícia Civil de Minas Gerais. Conforme a Polícia Federal, que também atuou na ação, ele comprou armas de forma ilegal de uma organização criminosa que atua no município mineiro de Governador Valadares (MG). O suspeito não foi identificado.
Até o momento, outras 17 pessoas também foram presas, além de 66 armas e 12 mil munições apreendidas na Operação Senhores da Guerra, realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais (FICCO-MG).
Conforme apuração da repórter Any Cometti, da TV Gazeta, ainda não há informações sobre qual a ligação do homem com a associação criminosa mineira. As investigações apontaram que o grupo atuava na venda ilegal de armas para grupos do Espírito Santo, São Paulo, além de áreas em Minas Gerais.
Apesar de viver em território capixaba, ele é natural da cidade onde opera o grupo alvo da operação em MG. A corporação civil informou que o homem possui extensa lista de passagens por roubo e associação criminosa. 
Homem é preso em São Mateus durante a Operação Senhores da Guerra da Polícia Civil de Minas Gerais.
Armas apreendidas na Operação Senhores da Guerra da Polícia Civil de Minas Gerais Crédito: Divulgação | PCMG

Descoberta em fevereiro

A associação acabou descoberta em fevereiro durante outra ação da polícia. Na época, mais de 500 munições e armas foram apreendidas. O esquema funcionava da seguinte forma: pessoas compravam armas de forma legal e repassavam de forma ilegal.
De acordo com o delegado da PCMG, Rodrigo Luiz Moreira, sete pessoas integram a organização criminosa. Delas, três são líderes responsáveis pelo comércio e quatro realizam a captação de clientes interessados nos armamentos.
Já o delegado da PF/MG, Arnaldo Fagundes, salientou que além de vender armas e munições, eles também vendiam um acessório capaz de aumentar a letalidade e potência de fuzis.
“É uma peça que altera a capacidade da arma de fogo e transforma em modo rajada. Eles começaram a produzir em impressora 3D e a revenda em mercado ilícito a interessados, sendo que elas chegam aos alvos de São Paulo que estavam adquirindo”, explicou Fagundes.
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