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Operação Asfixia

Suspeitos de repassarem armas para traficantes são presos em Jaguaré

Segundo a polícia, seis pessoas foram presas suspeitas de comprarem armas de forma legal e repassarem para traficantes. A operação foi realizada na última semana

Publicado em 30 de Agosto de 2021 às 20:43

Redação de A Gazeta

Publicado em 

30 ago 2021 às 20:43
Segundo a polícia, os suspeitos compravam armas legais e repassavam para traficantes.
Segundo a polícia, os suspeitos compravam armas legais e repassavam para traficantes. Crédito: Polícia Civil / Divulgação
Seis pessoas foram presas durante a segunda fase da Operação Asfixia, em Jaguaré, no Norte do Espírito Santo. Segundo a Polícia Civil, os detidos são suspeitos de comprar armas legais e repassavam para traficantes. Durante as prisões, foram apreendidas diversas armas, nove veículos e R$ 54 mil em dinheiro. A ação ocorreu na quinta (26) e sexta-feira (27) da última semana.
A Polícia Civil explicou que os presos são cinco homens e uma mulher, todos envolvidos no comércio ilegal de armas. Entre as apreensões, há pistolas, armas maiores e diversas munições. As investigações apontaram que se trata de uma associação criminosa que vinha atuando na região Norte do Estado.
“Eles compravam armas de forma legal e repassavam para os comparsas, para utilizarem na prática de crimes. Observamos que aumentou ultimamente o número de pessoas sem passagem pela polícia, pessoas de bem que estão adquirindo armas de forma legal, de maneira lícita, para revender munição ou mesmo emprestar a arma para o crime organizado”, relatou o delegado Christian Waicher
Segundo a polícia, os suspeitos compravam armas legais e repassavam para traficantes
Segundo a polícia, os suspeitos compravam armas legais e repassavam para traficantes. Crédito: Polícia Civil / Divulgação
Durante a operação, a Polícia Civil fechou fábricas de armas que abasteciam criminosos para a prática de diversos crimes, como homicídios, assaltos e a disputa pelo tráfico de drogas.
Sobre os detidos na segunda fase da operação, a mulher pagou fiança e vai responder em liberdade pelo crime de comércio ilegal de armas  de fogo. Já os cinco homens foram encaminhados ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de São Mateus e responderão por porte ilegal de armas.

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